Meghan Markle diz ser a ‘pessoa mais atacada’ do mundo na internet

Duquesa de Sussex faz revelação chocante sobre assédio online e critica plataformas digitais ao lado de Harry

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Meghan Markle Foto: Reprodução/Instagram

Meghan Markle, esposa do príncipe Harry, afirmou nesta quinta-feira, 16, que foi “a pessoa mais atacada do mundo” nas redes sociais. A duquesa de Sussex fez a afirmação durante o terceiro dia da visita do casal à Austrália, onde criticaram veementemente as plataformas digitais.

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O que aconteceu

  • Meghan Markle se declara como a “pessoa mais atacada do mundo” nas redes sociais, durante visita à Austrália.

  • O príncipe Harry critica plataformas online, associando a cultura do assédio à tragédia da princesa Diana.

  • O casal real, residente nos EUA, participou de evento com organização de saúde mental em Melbourne.

Meghan, de 44 anos, reforçou a gravidade dos ataques ao afirmar, em declarações divulgadas pela agência de notícias britânica PA, que “todos os dias, nos últimos 10 anos, sou vítima de assédio e ataques”. Ela também criticou as plataformas digitais, apontando que elas “geram muito dinheiro [e] são inteiramente baseadas na crueldade para gerar cliques, e isso não vai mudar”. A ex-atriz, que conheceu Harry em 2016, completou a análise assertiva: “Temos que ser mais fortes do que isso”.

As redes sociais e a crueldade digital

A fala da duquesa de Sussex ressalta a complexidade e a toxicidade do ambiente virtual, onde figuras públicas frequentemente se tornam alvos de campanhas de ódio e desinformação. A pressão e o escrutínio intensos nas redes sociais têm sido um tema recorrente nas discussões sobre saúde mental e bem-estar, especialmente entre personalidades de grande exposição.

O legado de Diana e a crítica de Harry

Príncipe Harry, de 41 anos, filho mais novo do rei Charles III, ecoou as preocupações da esposa, afirmando que as redes sociais causam “grande solidão em muitas pessoas”. Ele fez uma ponte com sua própria história, relembrando a trágica morte de sua mãe, a princesa Diana, em um acidente de carro em Paris em 1997, enquanto tentava escapar dos paparazzi.

“Após a morte dela, eu disse a mim mesmo que não queria esse papel (na família real). Eu não gosto disso. Isso matou minha mãe”, explicou o príncipe, traçando um paralelo entre a perseguição midiática de sua mãe e o assédio online contemporâneo. A visão combativa de Harry contra as plataformas digitais sublinha a preocupação com o impacto corrosivo da exposição excessiva e da cultura do clique.

Harry e Meghan, que vivem nos Estados Unidos com seus dois filhos desde 2020, iniciaram na terça-feira sua primeira visita à Austrália desde que deixaram a família real britânica. A passagem por Melbourne nesta quinta-feira incluiu um encontro com a Batyr, uma organização dedicada à saúde mental, momento em que as críticas às redes sociais foram intensificadas, consolidando a pauta do casal em defesa do bem-estar digital.