Tecnologia & Meio ambiente

Médicos soam os alarmes devido ao ressurgimento do coronavírus na Espanha

Médicos soam os alarmes devido ao ressurgimento do coronavírus na Espanha

(Arquivo) Profissional da saúde participa de protesto em frente ao hospital Gregorio Maranon em Madri, em junho de 2020 - AFP/Arquivos

As escolas de medicina da Espanha pediram às autoridades, nesta quinta-feira (13), uma “mudança de rumo” no combate ao coronavírus para evitar que o país, um dos mais atingidos da Europa, seja atingido por uma nova onda da pandemia.

+ SP deve receber cinco milhões de doses de vacina chinesa em outubro, diz Doria

A Organização Médica Colegial da Espanha declarou em um comunicado a “decepção e indignação” dos profissionais de saúde com a falta de um rumo comum na luta contra a COVID-19 em um país onde as 17 regiões (e 2 cidades) autônomas são competentes em saúde e costumam criticar o governo central.

Segundo os funcionários de saúde, “nos desespera e entristece ver as disputas e rivalidades entre forças políticas e instituições quando deveriam estar todos remando na mesma direção”, disse o texto.

As associações médicas pediram às autoridades uma “mudança de rumo na gestão do combate” à epidemia, diante da multiplicação dos surtos, cujos “número e amplitude (…) representam um risco nítido de sobrecarregamento da capacidade de controle local”.

A Espanha registrou oficialmente 28.605 mortos -61 deles profissionais de saúde, segundo o comunicado- e mais de 337.000 infectados e sofreu um aumento dos casos depois que suspendeu um confinamento de três meses em 21 de junho.

Os médicos atribuíram esta recaída ao “relaxamento” das medidas de distanciamento e proteção, às reuniões familiares, festas noturnas e boates e às condições precárias de trabalho e moradia dos trabalhadores que se deslocam pelo país em decorrência da safra de frutas.

Também consideraram que os confinamentos seletivos ordenados pelas regiões não são suficientes. Pediram uma melhor coordenação entre as regiões e o Estado, preparação de novas medidas para limitar a circulação entre regiões e maior rigorosidade com as infrações.

Por último, denunciaram “as nítidas falhas constantes na gestão das estatísticas diárias, com números insuficientes e contraditórios que levaram a uma percepção generalizada de falta de coordenação na gestão da pandemia”.

O Ministério da Saúde, que publica diariamente os números da COVID-19 com base nos registros das regiões, mudou sua forma de publicar as estatísticas em várias ocasiões.

Veja também

+ Após foto “com volume” ser derrubada no Instagram, Zé Neto republica imagem usando bermuda

+ Jovem é suspeita de matar namorado com agulha de narguilé durante briga por pastel

+ Baleia jubarte consegue escapar de rio cheio de crocodilos na Austrália

+ MasterChef: mesmo desempregado, campeão decide doar prêmio

+ Morre mãe de Toni Garrido: “Descanse, minha rainha Tereza”

+ Após morte de cachorro, Gabriela Pugliesi adota nova cadela

+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago

+ 12 razões que podem fazer você menstruar duas vezes no mês

+ Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga

+ Senado aprova alterações no Código de Trânsito Brasileiro

+ Por que não consigo emagrecer? 7 possíveis razões

+ O que é pior para o seu corpo: açúcar ou sal?

+As 10 picapes diesel mais econômicas do Brasil

+ Cozinheira desiste do Top Chef no 3º episódio e choca jurados

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?

+ Educar é mais importante do que colecionar

+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea