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Medalhistas olímpicos e paralímpicos que brilharam em Tóquio viram NFTs

Crédito: Divulgação

A 9Block, plataforma para a venda de NFTs criada pela Play9, estúdio de conteúdo do comunicador digital Felipe Neto e do empresário e empreendedor digital João Pedro Paes Leme, convidou artistas renomados para criarem NFTs de medalhistas que fizeram história nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020.

Alguns dos atletas homenageados, que já estão com suas obras digitais disponíveis no site da 9Block são: Isaquias Queiroz, ouro na canoagem, Mayra Aguiar, medalha de bronze no judô, Beatriz Ferreira, prata no boxe, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, primeiro lugar na vela, Rebeca Andrade, ouro no salto e prata no individual geral na ginástica artística, Bruno Fratus, bronze na natação, Ana Marcela, ouro na maratona aquática, Kelvin Hoefler, medalha de prata no skate street, Fernando Scheffer, bronze na natação e Abner Teixeira, medalha de bronze no boxe. As vendas foram abertas nestá quinta-feira, 7 de outubro.


Para criar os traços e os desenhos dos esportistas, respeitando suas características e individualidades, artistas brasileiros – que desenham há muito tempo alguns dos mais famosos heróis dos quadrinhos e do cinema – tiveram uma grande missão através da Metaverse Agency.

Luke Ross – que tem como principais trabalhos os quadrinhos “Spectacular Spider Man”, “Justice League” e também a linha Star Wars -, Cliff Richards, Wellington Dias, Geraldo Borges, Peter Vale, Will Conrad, Leno, Priscila Petraites e TJ foram os convidados da vez para este desafio.

“Após chefiar a Missão Brasileira nos últimos cinco Jogos Olímpicos (Sydney, Atenas, Beijing, Londres e Rio) homenagear os medalhistas de Tóquio era quase um obrigação. Ainda mais através dos artistas da Metaverse, que ilustraram brilhantemente os superpoderes dos nossos atletas”, ressalta Marcus Vinícius Freire, também medalhista olímpico e cofundador da Play9 e da 9Block.

Para o artista Luke Ross, a principal diferença entre as artes para os quadrinhos é encontrar a melhor forma de traduzir o dinamismo do esporte praticado pelo atleta usando uma única imagem.

“Apesar de produzir Quadrinhos digitalmente desde 2011, creio que a principal diferença está no espaço que possuo para expressar essa arte. Nos quadrinhos costumo dispor em média de 20 páginas, sendo em torno de cinco quadros por página, para contar uma ideia. A arte para uma NFT se assemelha mais a uma capa de Quadrinho, onde essa ilustração deve conter os elementos necessários para conquistar o leitor. No caso da criptoarte, o colecionador”, comenta.

Em breve, o projeto da 9Block contemplará também os medalhistas paralímpicos.

Criada em junho de 2021, a 9Block é a primeira plataforma 100% brasileira de NFTs baseada na tecnologia de blockchain Hathor. Com o objetivo de democratizar a criação e comercialização de artes digitais, ela se diferencia das demais por não haver cobrança de taxas.

Para o CEO da Metaverse, Byron Mendes, o crescimento das NFTs apesar de natural, necessita de impulsionamento. “O mercado é forte e a qualidade dos artistas brasileiros é inegável. Desta forma, o próximo passo é focar em novas frentes, para popularizar e democratizar”, afirma.

DivulgaçãoRebeca Andrade (Crédito:Divulgação)
DivulgaçãoBeatriz Ferreira (Crédito:Divulgação)
DivulgaçãoKelvin Hoefler (Crédito:Divulgação)