Márcio Vito atravessa um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística, reunindo projetos relevantes no cinema, no teatro e na televisão, além de um reconhecimento crescente da crítica especializada.
No cinema, o ator integra o novo longa-metragem de Júlia Murat, no qual atua também como co-roteirista, reforçando sua ligação com o cinema autoral brasileiro. Ainda neste fim de ano, participou de outros dois filmes de destaque: O Grampo, dirigido por Luciano Moura, ao lado de Fabrício Boliveira e Jesuíta Barbosa, e Um Rio de Janeiro, de Ângelo Defanti, que reúne no elenco nomes como Regina Casé, Humberto Carrão, Digão Ribeiro, Ângelo Antônio e Drica Moraes.
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O reconhecimento pelo trabalho no audiovisual veio com o Prêmio Redentor de Melhor Ator no último Festival do Rio, por sua atuação no longa Eu Não Te Ouço, exibido na mostra Novos Rumos e dirigido por Caco Ciocler.
No teatro, Márcio Vito foi indicado ao Prêmio Shell e ao Prêmio APTR pela atuação no monólogo Claustrofobia, que teve temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo e, mais recentemente, circulou por diversas cidades do estado do Rio em turnê pelo Sesc Pulsar. O ator também recebeu indicação ao Prêmio APTR pela peça Dois Contra o Mundo, texto inédito de Domingos Oliveira, com direção de Renata Paschoal, na qual contracenou com Priscilla Rozenbaum.
Na televisão, Márcio integrou o elenco de Guerreiros do Sol, vivendo o personagem Natanael, e se prepara para estrear em Três Graças, em participação prevista para ir ao ar em janeiro, ampliando sua presença junto ao grande público.
Com uma carreira marcada por intensidade, versatilidade e escolhas artísticas consistentes, Márcio Vito segue ampliando sua atuação no cenário cultural nacional, reafirmando seu nome entre os artistas mais relevantes de sua geração.