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Argentinos se despedem de Maradona em velório na Casa Rosada

Argentinos se despedem de Maradona em velório na Casa Rosada

O corpo de Diego Armando Maradona já está na Casa Rosada, sede da Presidência da Argentina, em Buenos Aires, onde será velado por uma multidão de fãs até o fim da tarde desta quinta-feira (26).

Milhares de pessoas fazem fila para dar seu adeus ao craque, morto na última quarta (25), aos 60 anos de idade, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Segundo um comunicado oficial, por indicações da família, o velório público acontecerá até as 16h.

Antes da abertura da Casa Rosada aos torcedores, Maradona foi velado de forma privada por familiares e amigos, como os ídolos do Boca Juniors Carlos Tevez e Martín Palermo, além de campeões do mundo com a Argentina em 1986. A cerimônia acontece com caixão fechado, que foi coberto com um bandeira argentina e camisas da Albiceleste e do Boca.

Autópsia – A autópsia de Maradona, realizada na noite da última quarta, determinou que a morte foi causada por uma “insuficiência cardíaca aguda”, ocorrida em um paciente com “miocardiopatia dilatada”, doença que impede o bombeamento adequado de sangue para o corpo.

De acordo com a análise, a insuficiência provocou um “edema agudo no pulmão”. Os médicos ainda aguardam o resultado de exames toxicológicos para concluir o relatório sobre o falecimento.


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Dono de uma habilidade rara, Maradona iniciou sua carreira pelo Argentinos Juniors e passou por Boca Juniors, Barcelona, Napoli, Sevilla e Newell’s Old Boys, antes de voltar ao clube xeneize para encerrar a carreira, em 1997.

Além disso, defendeu a camisa albiceleste de 1977 a 1994 e liderou o país na histórica conquista da Copa do Mundo de 1986, quando protagonizou, contra a Inglaterra, uma das maiores atuações individuais da história do torneio, marcando um gol com a “mão de Deus” e outro após driblar metade do time adversário.

Como treinador, passou por Al-Wasl, Al-Fujairah, Dorados de Sinaloa e Gimnasia y Esgrima, além da seleção argentina, a qual comandou na Copa de 2010. Como técnico, no entanto, Maradona nunca teve o mesmo sucesso dos tempos de jogador. (ANSA).

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