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Mano esconde time para a reestreia e celebra opções no Cruzeiro

O técnico Mano Menezes faz mistério para sua reestreia no comando do Cruzeiro. Nesta sexta-feira, ele preferiu não confirmar a escalação que irá a campo duelar com o Santos no domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro. Uma das principais dúvidas é o volante Henrique, que sofreu uma torção no tornozelo durante a semana e continua se recuperando.

“Henrique teve entorse leve, felizmente só leve. No primeiro momento pensamos que poderia ser algo mais grave pelo lance. Penso que existe boa chance dele estar no jogo em Santos, mas vou esperar até amanhã e vou tomar a decisão. Se não jogar Henrique vai jogar Bruno Ramires na função sim, mantendo ideia do que fizemos nos dois primeiros treinos”, disse Mano.

Outra dúvida está na parte ofensiva do meio de campo, na qual Rafinha e Robinho brigam por uma vaga. “Bem provável que eu vá optar entre Robinho e Rafinha. Conversei com os dois para fazer uma função no meio de campo, para que a equipe fique com boas opções. Mas em termos de escalação eu costumo oficializar dentro do jogo”, comentou o treinador.

No ataque, Mano pode manter Ábila e Willian atuando juntos ou optar por um dos dois. “Acho possível os dois jogarem juntos, embora sejam os dois jogadores que temos que podem fazer a última função do ataque, que é a mais avançada. Willian com mais característica de movimentação, Ábila com mais característica de finalização. A diferença é esta. Um é mais de decisão, de área, de proteção e pivô e o outro tem mais versatilidade. Mas ambos podem jogar juntos, dependendo do jogo podem jogar juntos.”

A única certeza dada por Mano nesta sexta foi a volta de Manoel entre os titulares. Jogador que mais atuou sob o comando do treinador na primeira passagem pelo clube celeste, no fim do ano passado, o zagueiro conta com a confiança do técnico e entrará no lugar de Bruno Rodrigo.

“Manoel é a ideia que tenho, jogador que terminou a temporada bem, passou período de fora por lesão. É um jogador que gosto, assim como do Léo. Temos de partir por uma base e prefiro partir por uma base defensiva que deixei ano passado, que sabe como gosto”, analisou Mano.