Esportes

Mancini projeta poucas mudanças no Corinthians para estreia na Copa Sul-Americana


Após uma maratona de quatro partidas pelo Campeonato Paulista em um período de uma semana, o Corinthians terá agora quatro dias de preparação para a sua estreia na Copa Sul-Americana. Para o jogo contra o River Plate, do Paraguai, em Assunção, nesta quinta-feira, o técnico Vagner Mancini sinalizou que o time não terá muitas novidades na escalação.

“Em momento algum eu citei que uma equipe era titular e outra reserva. Eu posso falar que vi uma mescla de jogadores, até para ter duas equipes fortes, era importante montar um sistema defensivo que vinha jogando mais, o considerado titular, com alguns garotos, num campeonato com quatro jogos em oito dias. O pensamento do outro time era ter experientes, a maioria, mas com alguns jovens do clube. Após os quatro jogos era pra reavaliar, as quatro partidas, e ver o time titular”, disse.

Mancini deu indícios que alguns jogadores que não estiveram em campo neste domingo serão escalados, como o lateral-direito Fagner, o zagueiro Gil e o lateral-esquerdo Fábio Santos. E ao ser questionado sobre as boas atuações de João Victor, Raul Gustavo, Lucas Piton e Luan na vitória sobre o Ituano, reforçou que ainda não bateu o martelo sobre o time principal.

“Saímos de um jogo em que fomos vitoriosos, em que jogamos bem, e o jogo é só na quinta-feira. Vamos ter um tempo para parar, refletir sobre o que está acontecendo. Não é em uma ou duas partidas que você muda o plano de jogo. É importante quando todos estão buscando um lugar no time porque o time evolui. É importante quando se tem vários atletas para fazer várias funções. Isso te dá ganho quando quer ser mais ofensivo, defensivo ou cauteloso. É importante todos estarem bem para que o time possa evoluir com isso”, acrescentou.

Mancini admitiu ter “boa dor de cabeça” para definir seu 11 ideal. O treinador valorizou as atuações individuais, que segundo ele indicam busca de espaço na equipe, e se mostrou satisfeito com o desempenho geral.


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“É uma dor de cabeça boa, ver atletas buscarem espaço, valorizar o que é feito. Tivemos jovens muito bem, isso faz a gente vislumbrar um futuro interessante. Na equipe de Guarani e São Bento, temos jovens valores que precisam entrar no processo de maturação. Hoje temos 22 atletas que já jogaram, podem ser úteis. Isso não tira a dificuldade que vamos encontrar nos campeonatos, mas mostra que podemos chegar e jogar bem contra adversários que são considerados mais fortes. Hoje estou satisfeito, para melhorar tem que ter evolução no tático, técnico. Hoje vi atletas bem melhores, teve crescimento, evolução, individual e da

equipe num todo”, pontuou o treinador.

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