Ediçao Da Semana

Nº 2741 - 05/08/22 Leia mais

Publiquei um texto nesta semana, em que descrevo, pormenorizadamente, os vínculos históricos e irrefutáveis entre lulopetismo, ditadores e terroristas por todo o mundo. Como exemplo e brevíssimo resumo, reproduzo dois parágrafos:

‘Lula, quando presidente da República, se alinhou e apoiou facínoras sanguinários, como Muammar Al-Gaddafi e Mahmoud Ahmadinejad, chamando-os, entre abraços e sorrisos, de amigos e irmãos. Sem contar o financiamento direto de ditadores e ditaduras’.

‘Fidel Castro, Hugo Chávez, Nicolás Maduro e Daniel Ortega são parceiros históricos do lulopetismo. Receberam dinheiro – inclusive do petrolão e mensalão – para financiar suas ditaduras horrendas, que Lula e companhia chamam de ‘democracia até demais”.

BOLSONARO

No mesmo texto, também apontei a inclinação e predileção de Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, pelo mesmo tipo de gente, como ele, asquerosa até não poder mais. Igualmente, transcrevo dois parágrafos inquestionáveis a respeito:

‘Bolsonaro é admirador declarado de um cruel torturador dos tempos da ditadura militar. Mas não é só. Recentemente, em viagem à Hungria, chamou de ‘irmão’ Viktor Orbán, autocrata que tiraniza a população e trata violentamente as minorias de seu país’.

‘Por fim, em recente viagem aos Emirados Árabes, Bolsonaro se encontrou e elogiou o Sheik Mohammed Bin Rashid (que sequestrou as próprias filhas), o príncipe Mohammed Zayed (ditador que nunca foi eleito) e Hamad bin Al Khalifa (no poder há 40 anos)’.

BOLSOPETISMO

Cerca de dez dias atrás, o devoto da cloroquina, em inoportuna viagem à Rússia, declarou apoio e solidariedade ao proto ditador assassino, Vladimir Putin. Lembremos, também, dos abraços e sorrisos com dirigentes de um partido neo nazista alemão no Palácio Planalto.

Essa semana, o PT divulgou uma nota oficial, assinada por sua bancada no Senado, culpando os Estados Unidos pela guerra da Rússia contra a Ucrânia, ou melhor, pelo massacre russo contra os ucranianos. Sim. Como quase sempre, Bolsonaro e PT, juntos.

Aliás, não é de hoje essa parceria. Além de um ‘modus operandi’ muito similar em vários aspectos, de rachadinhas e mensalões e filhos que enriquecem rápidos como foguete, os bolsonaristas e lulistas votaram juntos quase 400 vezes apenas nesta legislatura.

DILMA

É incontestável, pois, a proximidade política e ideológica e a promiscuidade moral comum às seitas que hoje dominam o debate político – e, claro, o assalto aos cofres públicos – no País, as duas maiores candidatas a levar o Poder Central a partir de 2023.

Como um ingrediente a mais nessa farofa bolsopetista, a imprensa brasileira nos lembra o ‘alinhamento’ de Dilma Rousseff, em 2014, com o tirano assassino Vladimir Putin, quando, à época, não condenou a invasão e a posterior anexação da Crimeia pela Rússia.

Nossa eterna estoquista de vento, a bem da verdade, não chegou ao cúmulo de apoiar e se solidarizar com o tirano, como fez o amigão do Queiroz; apenas se manteve neutra. Porém, eis outro elo vergonhoso a unir Jair Bolsonaro, o maníaco do tratamento precoce, ao partido do meliante de São Bernardo.