Comportamento

Mais duas pessoas são presas por homicídio de jornalista na Irlanda do Norte

Mais duas pessoas são presas por homicídio de jornalista na Irlanda do Norte

Jornalista McKee foi assassinada durante a cobertura de um confronto na área republicana de Derry, em 2019 - JESS LOWE PHOTOGRAPHY/AFP/Arquivos


A polícia da Irlanda do Norte anunciou nesta quarta-feira (22) que deteve mais duas pessoas na investigação do assassinato da jornalista Lyra McKee, morta a tiros enquanto cobria os confrontos entre dissidentes republicanos e a polícia em 2019.

Dois homens, com idades entre 24 e 29 anos, foram presos na cidade de Londonderry, perto da fronteira com a República da Irlanda, e interrogados, informou a polícia em um comunicado.

Um grupo republicano dissidente, o Novo IRA, admitiu a responsabilidade pela morte da repórter em uma declaração ao jornal The Irish News, argumentando que ela estava “junto com as forças inimigas”, em referência à polícia.

Na semana passada, dois homens foram acusados do assassinato e soltos sob fiança após comparecerem ao tribunal de Londonderry.

Gearoid Cavanagh, de 33, e Jordan Devine, de 21, foram acusados de acompanhar a pessoa que fez os disparos.

Um terceiro suspeito, de 20 anos, foi acusado de posse de coquetéis molotov e de participação nos distúrbios. Um quarto indivíduo, de 19 anos, foi posto em liberdade.

Todos os quatro haviam sido presos em uma batida policial dias antes.

Em meados de fevereiro de 2020, um suspeito, que teria 50 anos, Paul McIntyre, já havia sido acusado de assassinato. Seu advogado alega que o envolvimento de seu cliente consistiu no recolhimento das cápsulas de bala após o assassinato, mas não foi ele quem disparou.

A arma do crime foi encontrada e identificada em meados de junho.

A morte de McKee causou grande comoção na Irlanda do Norte, revivendo a memória de três décadas de um sangrento conflito entre republicanos católicos e unionistas protestantes e que também envolveram o Exército britânico.

O conflito da Irlanda do Norte, que deixou cerca de 3.500 mortos, terminou com o Acordo de paz da Sexta-feira Santa de 1998. Pequenos grupos dissidentes, como o Novo IRA, continuam ativos.

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