Mais de 200 presos políticos na Venezuela, incluindo um gendarme argentino acusado de “terrorismo”, iniciaram uma greve de fome para exigir sua libertação, disseram familiares à AFP neste domingo (22).
A greve começou na noite de sexta-feira na prisão Rodeo I, nos arredores de Caracas. As famílias explicaram que os detentos protestam contra o alcance da lei de anistia, que não beneficia muitos dos reclusos daquela penitenciária.
“Aproximadamente 214 pessoas no total, entre venezuelanos e estrangeiros, estão em greve de fome”, explicou Yalitza García, sogra do gendarme Nahuel Agustín Gallo.
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