Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 16, mostra que a maioria do eleitorado brasileiro tem uma visão negativa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 53% das pessoas ouvidas pela pesquisa conhecem e têm uma imagem negativa do ex-mandatário, 41% o conhecem e têm uma imagem positiva dele e 6% afirmaram que não o conhecem.
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Em relação à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), a situação aparece bem dividida: 39% dos brasileiros afirmaram ter uma imagem positiva dela, enquanto 38% disseram ter uma visão negativa sobre a esposa de Bolsonaro. 23% não a conhecem. Situação semelhante à do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). 37% têm uma imagem positiva dele e 37% pensam o oposto. 26% afirmaram que não sabem quem ele é.
Já Fernando Haddad (PT), atual ministro da Fazenda, aparece com 42% do eleitorado dizendo ter uma percepção negativa sobre ele e 32% afirmando ter uma visão positiva do petista. 26% disse não o conhecer. Quando o assunto é o influenciador Pablo Marçal (PRTB), 39% não sabem quem ele é. Daqueles que o conhecem, 34% dizem ter uma imagem negativa dele e 27% afirmam ter uma visão positiva do empresário.
O pastor Silas Malafaia (sem partido) é mal visto por 46% da população, 37% não o conhece e 17% diz ter uma imagem positiva dele. A situação da senadora Tereza Cristina (PP) é ainda pior: 75% da população sequer a conhece. 14% têm uma imagem negativa dela e 11% a veem de forma positiva.
Em relação à Hugo Motta, presidente da Câmara (Republicanos), 63% dos eleitores dizem que não o conhecem. 26% afirmam ter uma imagem negativa dele e 11% pensam o oposto. Já Davi Alcolumbre (União), presidente do Senado, é ainda menos conhecido: 68% dos brasileiros não sabem quem ele é. 25% têm uma visão ruim dele e 7% o veem de forma positiva.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foi considerado neste levantamento pois o estudo afirma estar apenas levando em consideração os possíveis articuladores e influenciadores nas eleições deste ano, mas não os possíveis candidatos. A pesquisa foi feita entre os dias 8 e 11 de janeiro com brasileiros de 16 anos ou mais. Ao todo, foram ouvidas 2.004 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.