Comportamento

Maioria de crianças e adolescentes vítimas de Covid-19 nos EUA pertencia a minorias

Maioria de crianças e adolescentes vítimas de Covid-19 nos EUA pertencia a minorias

Crianças e jovens hispânicas, negras ou indígenas são mais vulneráveis à covid-19 nos EUA - AFP/Arquivos

Crianças, adolescentes e jovens adultos de minorias hispânicas, negras e indígenas são proporcionalmente muito mais vulneráveis à covid-19 do que pessoas brancas nos Estados Unidos, de acordo com um estudo publicado nesta terça-feira pelos Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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Das 121 mortes causadas pelo novo coronavírus com menos de 21 anos identificados nos Estados Unidos, 45% eram hispânicos, 29% negros e 4% indígenas ou nativos do Alasca, de acordo com este relatório que cobre o período de fevereiro a julho. Essas minorias representam 41% da população dessa faixa etária.

Em termos gerais, a mortalidade de crianças e jovens é muito mais baixa do que entre adultos e idosos. O CDC identificou um total de 392.000 casos de covid-19 entre eles. Eles representaram 8% de todos os casos e apenas 0,08% das mortes.

Mas o estudo confirma que crianças e adolescentes não estão de forma alguma imunes, especialmente contra o que os especialistas chamam de síndrome inflamatória multissistêmica infantil.

Como outros estudos mostraram, meninos e homens são mais suscetíveis a complicações e são responsáveis por 63% das mortes. Três quartos das mortes tinham pelo menos uma patologia prévia (asma, obesidade, doenças neurológicas e do desenvolvimento, problemas cardiovasculares).

Em relação à idade, 12 crianças que morreram tinham menos de um ano e os jovens entre 18 e 20 anos correspondiam a 50 óbitos, 41% do total.

O relatório publicado pelo CDC em seu boletim informativo “Relatórios semanais de morbidez e mortalidade”, muito seguido por profissionais de saúde em todo o país, foi adiado devido à pressão do governo Donald Trump, de acordo com o site Politico.

A mídia afirma que um assessor da Secretaria de Saúde questionou o termo “população pediátrica” para se referir a menores de 21 anos, enquanto o governo busca minimizar a percepção de risco para as crianças antes do retorno às aulas.

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