Economia

Maduro pede ajuda à China e abre portas para investimentos na indústria da Venezuela

Maduro pede ajuda à China e abre portas para investimentos na indústria da Venezuela

O presidente da Venezuela Nicolás Maduro e o embaixador da China no país sul-americano Li Baorong durante encontro em Caracas em 6 de novembro de 2020 - Venezuelan Presidency/AFP

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu ajuda nesta sexta-feira (6) ao líder chinês, Xi Jinping, ao mesmo tempo em que convidava empresários daquele país a investir na indústria petrolífera, nos termos de uma recém-aprovada “lei antibloqueio” com a qual procura fugir das sanções dos EUA.

“Peço a ajuda de Xi Jinping, peço a ajuda da (…) China, com sua experiência científica, tecnológica, econômica, e para que a lei antibloqueio seja a expressão de novas parcerias e da recuperação definitiva da Venezuela”, disse Maduro durante evento com investidores chineses.

Amparado pela “lei antibloqueio”, que lhe confere poderes extraordinários para tomar decisões econômicas, Maduro disse que seu governo está “aberto” a ampliar os negócios em “todos os níveis da indústria energética venezuelana” com a China, um de seus aliados vitais, juntamente com Rússia, Turquia e Irã.

A produção de petróleo no país caribenho sofre a pior queda em sete décadas, o que especialistas atribuem à má gestão e à corrupção. O declínio da produção se soma, ainda, à diminuição da demanda devido à pandemia e a sanções que recaem sobre a petroleira estatal PDVSA.

O presidente afirmou que está disposto a “avançar rapidamente nos investimentos em ouro, ferro, aço, alumínio, nos investimentos em todas as riquezas, pedras preciosas”. “A lei antibloqueio permite tudo, vamos lá!”, declarou Maduro, acompanhado do embaixador chinês na Venezuela, Li Baorong.


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Washington, que considera “fraudulenta” a reeleição de Maduro em maio de 2018 e, em vez disso, reconhece o líder parlamentar Juan Guaidó como presidente venezuelano, lidera a pressão internacional por uma mudança de governo na Venezuela, com sanções financeiras que incluem um embargo de petróleo vigente desde abril de 2019.

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