Ediçao Da Semana

Nº 2741 - 05/08/22 Leia mais

Se tem um clube de futebol que não suporto, este é o freguês carioca, Clube de Regatas Flamengo. Sua histórica aproximação com os árbitros mais ladrões do futebol brasileiro não me permite mudar os sentimentos. Curioso… Falei do que não gosto, falei de ladrões (árbitros) e me lembrei de Lula da Silva, o meliante de São Bernardo. Freud explica, hehe.

O hino do urubu diz: ‘uma vez Flamengo, sempre Flamengo’. Pois é. Lá vem o ex-tudo (ex-presidente, ex-presidiário, ex-corrupto, ex-lavador de dinheiro) de novo: uma vez autocrata, amante de ditadores e ditaduras, sempre autocrata, amante de ditadores e ditaduras. Lula é e sempre será um projeto frustrado de Fidel Castro da América do Sul.

Nesta quarta-feira (29), o líder da quadrilha do petrolão (segundo denúncia do MPF – Ministério Público Federal) voltou a ameaçar a imprensa com censura, que apelida de ‘regulação’. O chefão petista, que já chamou de irmão um sanguinário terrorista iraniano e um cruel ditador líbio, não desiste da sanha censora, típica dos regimes de esquerda.

Pois eis que na aurora da vida, o chefe do mensalão pretende finalmente conseguir implantar seu soviete da mídia, algo já tentado durante seu primeiro mandato com a criação do tal Conselho Federal de Jornalismo, cuja função seria ‘orientar e disciplinar a profissão’. Falem a verdade: esse sujeito é um protoditador asqueroso, não é mesmo?

À época, inclusive, o pai do Ronaldinho dos Negócios (o filho que enriqueceu barbaramente após sua eleição, passando de funcionário de zoológico a mega empresário) andava às voltas com a expulsão de um jornalista americano do Brasil, porque este – vejam que crime hediondo! – fez uma matéria a respeito de seus conhecidos e lendários hábitos etílicos.

Lula tem ódio e sangue nos olhos. Tem sede de vingança! E pretende, conforme deixa bem claro, fazer o possível e o impossível para ‘enquadrar’ as ‘nove famílias que comandam a imprensa deste paíff’. Desde 2002, eu combato com fervor este pulha e seu bando. E irei continuar. Venha quente, Lula, pois este insignificante escriba está fervendo. Sem medo!