Lula cumpre agenda em SP respeitando regras do defeso eleitoral

Presidente visita institutos em São Caetano do Sul e São José dos Campos, com anúncios à imprensa

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva 26/02/2026 REUTERS/Mateus Bonomi
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: REUTERS/Mateus Bonomi

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpre nesta segunda-feira, 13, uma agenda programada para o interior de São Paulo, visitando as cidades de São Caetano do Sul e São José dos Campos. Seus compromissos são cuidadosamente adaptados para respeitar as rigorosas regras do defeso eleitoral, período que impede o lançamento de novas iniciativas ou a inauguração de obras públicas por pré-candidatos desde 4 de julho.

O que aconteceu

  • Lula cumpre agenda oficial em São Paulo, com atividades em São Caetano do Sul e São José dos Campos, respeitando o defeso eleitoral.
  • O presidente visitará o Instituto Mauá de Tecnologia para conhecer divisões de motores, veículos e laboratórios.
  • Em São José dos Campos, a agenda inclui a visita a um projeto de turbina a etanol no Instituto de Aeronáutica e Espaço.

A programação do presidente tem início às 10h, em São Caetano do Sul, com uma visita à Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Em seguida, às 11h, Lula retorna ao mesmo instituto para conhecer os Laboratórios de Robótica, Automotiva e NSPi. Um anúncio à imprensa está previsto para o meio-dia, no mesmo endereço, após as inspeções.

Compromissos em São José dos Campos

No período da tarde, a agenda de Lula se desloca para São José dos Campos. Às 14h15, o presidente visita o projeto da primeira turbina movida a etanol, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), localizado no campus do Centro Técnico da Aeronáutica (CTA). Um novo anúncio à imprensa será realizado às 14h45.

Após os compromissos em São José dos Campos, a partida de Lula para Brasília está marcada para as 16h20, com a previsão de chegada à capital federal às 17h40.

Qual o impacto do defeso eleitoral na agenda de Lula?

As restrições impostas pelo defeso eleitoral são claras: o presidente está impedido de realizar publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas de órgãos públicos. A única exceção prevista é para casos de grave e urgente necessidade pública, os quais devem ser formalmente reconhecidos pela Justiça Eleitoral, garantindo a imparcialidade do processo eleitoral.