Lula, Ciro e Tebet registram crescimento de patrimônio. D'avila é o mais rico

Coluna: Coluna do Mazzini

Leandro Mazzini é jornalista graduado na FACHA, no Rio, e pós-graduado em Ciências Políticas pela UnB. Iniciou carreira em 1996 em MG. Foi colunista do Informe JB, da Gazeta Mercantil, dos portais iG e UOL. Apresentou programas na REDEVIDA de Televisão e foi comentarista da Rede Mais/Record Minas. De Brasília, assina a Coluna Esplanada em jornais de capitais e é colunista do portal da Isto É.

Lula, Ciro e Tebet registram crescimento de patrimônio. D’avila é o mais rico

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Três candidatos à Presidência da República tiveram um incremento considerável de patrimônio desde a última eleição que disputaram um cargo: Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB). Os presidenciáveis já começaram a declarar os valores dos seus patrimônios para o Tribunal Superior Eleitoral, como de praxe no início de campanha.

Na eleição de 2006, a última que disputou, Lula listou 16 bens com valor de R$ 839.033,52. Esta semana, apareceu com 23 bens que, somados, chegam a R$ 7.423.725,78.

Em 2018 na disputa presidencial Ciro listou 14 bens num total de R$1.695.203,15; agora são 17 bens que chegam a R$3.039.761,97. E Tebet, que disputou o Senado em 2014, enumerou 16 bens ao valor de R$ 1.575.566,39; este ano caiu para 14 bens, porém com valor maior, de R$ 2.323.735,38.

Dentre os concorrentes, até o momento, o mais rico é Felipe D’avila (NOVO), com R$ 24.619.627,66 declarados. Em segundo lugar está o ex-presidente Lula, seguido de Ciro – que guarda debaixo do colchão R$31.916,28 – e Tebet. Sofia Manzano (PCB) declarou R$ 498.000; Vera Lucia (PSTU) tem R$ 8.805,00; e Leonardo Péricles (UP), o mais humilde, módicos R$ 197,31 provenientes de caderneta de poupança.

O comitê do Presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda não informou ao TSE a declaração de seus bens até a divulgação dessa matéria.

Colaborou Ana Carolina Freitas