O universo do Carnaval segue em movimento mesmo fora do período oficial de desfiles, e uma das figuras que vem se destacando nos bastidores da folia é a atriz do extinto humorístico “Zorra Total”, da TV Globo, Luciana Picorelli. A artista está preparando uma grande ação junto à escola de samba União do Parque Acari, agremiação do bairro de Acari, na zona norte do Rio de janeiro, reforçando sua ligação com a comunidade e com o samba, além de já estar em negociação para renovar seu posto como rainha de bateria para o Carnaval de 2027.
Conhecida por sua presença marcante e pelo compromisso social que carrega em suas iniciativas, Luciana vem fortalecendo sua relação com a escola e com os integrantes da agremiação. A ação prevista promete movimentar a comunidade, reunindo integrantes, simpatizantes e amantes do Carnaval em um momento de celebração da cultura do samba.
O posto de rainha de bateria, ocupado por Luciana, vai muito além do glamour visto na Marquês de Sapucaí. Trata-se de uma posição carregada de simbolismo dentro das escolas de samba, representando liderança, representatividade e conexão com a bateria e com a comunidade que sustenta o espetáculo do Carnaval.
Ao longo da história, diversas mulheres marcaram época nesse lugar de destaque. Nomes como Luma de Oliveira ajudaram a redefinir o protagonismo feminino no Carnaval, enquanto Viviane Araújo conquistou o público com sua proximidade com a comunidade e carisma popular.
A elegância e representatividade de Quitéria Chagas também elevaram o posto a um patamar de respeito e identidade cultural, assim como Bianca Monteiro, que construiu um reinado sólido baseado em dedicação e amor pela escola.
Outros nomes que representam a força feminina no samba são Evelyn Bastos e Raissa de Oliveira, mulheres que cresceram dentro das comunidades e fizeram da bateria uma extensão de suas próprias histórias. Cada uma delas simboliza o sonho de muitas jovens que veem no Carnaval um caminho de expressão, orgulho e transformação.
Luciana Picorelli também vem consolidando seu espaço nesse cenário. Com postura firme e discurso consciente, a artista se destaca por usar sua visibilidade para valorizar o samba e reforçar o papel social das escolas de samba.
Ao lado de figuras como Gracyanne Barbosa, que trouxe forte visibilidade midiática ao posto, e Alessandra Mattos, reconhecida por sua trajetória de respeito e dedicação ao Carnaval, Luciana integra uma geração de mulheres que ajudam a escrever novos capítulos na história da Sapucaí.
Mais do que brilho, fantasias e aplausos, as rainhas de bateria representam sonhos que ganham forma na avenida. São mulheres que inspiram passistas, ritmistas e jovens das comunidades a acreditarem que o samba também é um espaço de ascensão, identidade e empoderamento.
Nesse cenário, a atuação de Luciana Picorelli reforça que o Carnaval continua sendo um palco de cultura, resistência e transformação — e que as mulheres seguem como protagonistas dessa história que ecoa ao som dos tamborins e das baterias que fazem o coração da Sapucaí pulsar.
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