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Londres se nega a confirmar morte de extremista britânica na Síria

Londres se nega a confirmar morte de extremista britânica na Síria

Soldado britânico patrulha rua em Basra, Iraque, em setembro de 2006 - AFP/Arquivos

O ministro da Defesa britânico, Michael Fallon, se negou nesta quinta-feira a confirmar a morte de uma mãe de família britânica que teria envolvimento com o grupo extremista Estado Islâmico (EI) na Síria.

Segundo a imprensa britânica, Sally Jones, rebatizada para “viúva branca” pelos meios de comunicação de seu país, foi abatida por um drone americano na Síria.

Questionado sobre isso, Fallon se negou a comentar o caso, mas disse que qualquer cidadão britânico que tenha se unido ao grupo EI corre o risco de ser um alvo de ataque da coalizão internacional.

“Posso confirmar que se você é um cidadão britânico no Iraque ou na Síria, e você escolheu combater nas fileiras do Daesh (acrônimo árabe do EI), uma organização ilegal que prepara e inspira ataques terroristas em nossas ruas, isso faz de você um alvo legítimo”, disse em coletiva de imprensa em Londres.

Sally Jones, conhecida por realizar recrutamentos para o EI e fomentar ataques terroristas na Europa, teria morrido durante um ataque americano em junho na Síria.

Se uniu ao EI em 2013 com seu filho, que também teria morrido em junho com 12 anos, afirmou o The Sun, citando uma fonte dos serviços de inteligência americana.