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Líder chavista admite dar dinheiro a eleitores na Venezuela

Líder chavista admite dar dinheiro a eleitores na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (C), e vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e líder chavista, Diosdado Cabello (E), durante comício em Caracas, na Venezuela, em 4 de fevereiro de 2018 - AFP

O governo chavista não poupará esforços para recompensar os que votarem no presidente Nicolás Maduro nas eleições presidenciais de 20 de maio, declarou nesta quarta-feira o número dois do chavismo, Diosdado Cabello, que não descarta a distribuição de dinheiro entre os eleitores.

Cabello, vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), declarou que prefere recompensar os eleitores fiéis a Maduro com outros tipos de “incentivos”, como livros do finado presidente Hugo Chávez ou cópias da nova Constituição que está sendo escrita, mas dinheiro também pode integrar o pacote de reconhecimento.

O político pediu à vice-presidente de finanças do PSUV, Yelitza Santaella, que “analise os números” e destacou que “não se trata da compra de votos, porque o povo vota em quem quiser”.

No sábado passado, Maduro admitiu utilizar o carnê da pátria – programa de auxílio do governo – para “incentivar” os eleitores nas eleições de 20 de maio.

“Todos que tiverem o carnê da pátria devem votar (…). Estou pensando em dar um prêmio ao povo da Venezuela que irá votar neste dia, com o carnê da pátria”, disse Maduro em um comício no estado de Anzoátegui (nordeste).


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“Pela democracia, pela liberdade, dando e dando: recebo meu direito social ao trabalho, ao estudo, à pensão, mas dou meu voto à pátria”, declarou Maduro.

Os principais adversários de Maduro nas eleições, o ex-governador Henri Falcón e o pastor evangélico Javier Bertucci, têm denunciado o uso da máquina estatal por parte do presidente, especialmente de verbas públicas.

A maioria dos partidos de oposição decidiu boicotar as eleições presidenciais diante da falta de garantias e transparência.

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