Faltando menos de 200 dias para o primeiro turno das eleições, os pré-candidatos à presidência da República enfrentam “dores de cabeça” para alinhar suas campanhas. Eles precisam desatar nós para embalar as candidaturas em definitivo nas próximas semanas. Perto do fim da janela partidária (prazo em que os candidatos podem trocar de legenda), que será em 4 de abril, PT e PL correm para afinar os últimos acordos e fechar as alianças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tentará a reeleição, e do senador Flávio Bolsonaro. Uma das indefinições se refere à escolha do vice.
Apesar do tempo curto, as duas campanhas pregam cautela sobre os rumos que cada um deve tomar neste momento. A prioridade agora é afinar os palanques regionais para dar sustentação às candidaturas. Para isso, antes de maio tanto Lula quanto Flávio precisam superar os impasses nos estados, de Norte a Sul do país, e driblar as resistências que continuam a atrasar a formação de chapas locais.
Em São Paulo, o petista conseguiu convencer seu principal aliado, Fernando Haddad – que deixa o ministério da Fazenda –, a repetir a dobradinha de 2022, fazendo com que ele se candidate ao governo. Lula ainda comandou as articulações para emplacar Simone Tebet, ministra do Planejamento, para uma das vagas ao Senado pelo Estado. Já Flávio apoiará a reeleição de Tarcísio de Freitas, que indicou o nome de Guilherme Derrite para disputar o Senado.
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