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Justiça de SP manda soltar três suspeitos de incendiar estátua de Borba Gato


O Tribunal de Justiça de São Paulo mandou soltar nesta terça-feira, 10, três homens suspeitos de incendiar a estátua de Borba Gato, na zona sul de São Paulo. Estavam detidos o líder dos entregadores de aplicativo Paulo Roberto da Silva Lima, conhecido como Paulo Galo, Danilo Silva de Oliveira e Thiago Zem. Eles se tornaram réus e devem responder ao processo em liberdade.

Já a acusação contra Géssica Barbosa, mulher de Paulo Galo, foi arquivada. Para tomar a decisão, o juiz Eduardo Pereira Santos Júnior considerou a ausência de antecedentes criminais dos três. “Não há como se presumir que a soltura dos réus traga danos à ordem pública, prejudique a instrução criminal ou frustre a aplicação da lei penal”, escreveu o magistrado.

Segundo o juiz, a prisão preventiva tratava-se de um “amargo remédio” a “valorizar o apelo midiático que a extravagância do caso encerra”. O incêndio da estátua provocou uma série de reações contrárias e favoráveis.

Borba Gato foi um bandeirante paulista que no século 18 caçou indígenas e negros. Atualmente, o papel desses pioneiros na interiorização do País é conhecido e a condição de símbolo do Estado é questionada.

Ao ser detido, em 28 de julho, Paulo Galo afirmou que o incêndio foi provocado para “abrir o debate”. “Para aqueles que dizem que a gente precisa ir por meios democráticos, o objetivo do ato foi abrir o debate. Agora, as pessoas decidem se elas querem uma estátua de 13 metros de altura de um genocida e abusador de mulheres”, disse Lima.

Segundo o juiz, a prisão preventiva tratava-se de um “amargo remédio” a “valorizar o apelo midiático que a extravagância do caso encerra”. O incêndio da estátua provocou uma série de reações contrárias e favoráveis.

Borba Gato foi um bandeirante paulista que no século 18 caçou indígenas e negros. Atualmente, o papel desses pioneiros na interiorização do País é conhecido e a condição de símbolo do Estado é questionada.

Ao ser detido, em 28 de julho, Paulo Galo afirmou que o incêndio foi provocado para “abrir o debate”. “Para aqueles que dizem que a gente precisa ir por meios democráticos, o objetivo do ato foi abrir o debate. Agora, as pessoas decidem se elas querem uma estátua de 13 metros de altura de um genocida e abusador de mulheres”, disse Lima.


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