Economia

Juros futuros têm viés de alta com dólar forte no exterior

Os juros futuros abriram com viés de alta nesta sexta-feira, 19, de agenda local fraca, liquidez baixa e dólar forte no exterior. O movimento é um ajuste à queda perto do fim da sessão de quinta motivada pela fala do presidente do Fed Nova York, John Williams. Ele defendeu a necessidade de “medidas rápidas quando confrontados com condições econômicas adversas”. À noite, um porta-voz da própria distrital divulgou que a fala de Williams não sinalizava ação de política monetária, como havia sido interpretado. O DI para janeiro de 2020 abriu a 5,70% ante 5,68% no ajuste de quinta. O DI para janeiro de 2021 abriu a 5,54% ante 5,52% no ajuste de quinta. O DI para janeiro de 2023 abriu a 6,36% ante 6,35% no ajuste de quinta. O DI para janeiro de 2025 abriu a 6,95% ante 6,93% no ajuste de quinta. O dólar está forte ante o real e outras moedas emergentes assim como perante as desenvolvidas, como mostra o Dollar Index (DXY).

Assim como nos últimos dias, a agenda doméstica nesta sexta-feira é fraca. O fato de o governo Bolsonaro ter desistido na última hora de anunciar a liberação do FGTS foi lido de formas distintas por agentes do mercado. Houve quem dissesse que não faz diferença, justificando que “liberar o FGTS é voo de galinha”. E houve quem questionasse o porquê da demora da equipe econômica em executar a agenda de estímulos à economia. No vácuo do Congresso Nacional por causa do recesso, alguns entendiam que esse momento seria o ideal para o anúncio de medidas microeconômicas. Passado o contratempo, “o foco se volta para discussões em torno do que será o programa de saque do FGTS”, como afirmam os analistas da Guide Investimentos.

Voltando ao exterior, os índices acionários futuros de Nova York e algumas bolsas da Europa estão em alta “com investidores à espera da divulgação de mais balanços nos EUA”. Alguns resultados de grandes corporações, em especial de bancos, trouxeram lucros acima do esperado. Esse ambiente positivo pode contrapor o dólar forte e trazer uma contrapartida para eventual ajuste para baixo em ativos domésticos.

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