A morte do ator e dramaturgo Juca de Oliveira, aos 91 anos, gerou uma onda de homenagens nas redes sociais neste sábado, 21. Internado na UTI em São Paulo, ele morreu após complicações de um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.
Nos bastidores da classe artística, a avaliação é de que a morte encerra um ciclo de uma geração considerada referência no teatro e na televisão brasileira.
A apresentadora Adriane Galisteu destacou o papel de Juca como ligação entre grandes nomes da dramaturgia. “Juca era esse elo raro entre gigantes, o último dos moicanos de uma geração que ensinou elegância, inteligência e paixão pela cena”, escreveu.
Ela ainda ressaltou o impacto da perda. “Fica a obra, fica a voz, fica a inteligência fina, o humor e a presença de quem nunca passou despercebido.”
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O ator Stenio Garcia classificou Juca como um dos maiores nomes da cultura brasileira. “Muito além das atuações, era um pensador, alguém com uma mente brilhante”, afirmou. Ele também relembrou a convivência com outros artistas e o papel do dramaturgo em debates e reflexões sobre a profissão.
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Já Murilo Rosa destacou a experiência de trabalhar ao lado de Juca e o classificou como um dos pilares da dramaturgia nacional. “Quando falamos em grandes nomes, ele está nesse time. Um grupo raríssimo”, disse.
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Conhecido por personagens marcantes, como o Dr. Albieri, da novela O Clone, Juca de Oliveira construiu uma carreira de mais de seis décadas entre teatro, televisão e cinema.
O velório do ator será no Funeral Home, na Bela Vista, no Centro da capital, das 15h às 21h deste sábado.