Esportes

Jejum no Brasileirão e atuação ‘horrorosa’ pressionam Autuori no Botafogo

A sequência ruim de resultados do Botafogo no Campeonato Brasileiro foi ampliada na noite de quarta-feira, quando o time perdeu por 2 a 1 para o Bahia, no Engenhão, e aumentou a pressão sobre o técnico Paulo Autuori. Ele garantiu, porém, que não se incomoda com o risco de ser demitido, concentrando a sua preocupado no desempenho do time.

“Eu me sinto confortável em qualquer lugar, em qualquer circunstância, em qualquer momento e diante de qualquer pessoa. Não tem momento favorável ou desfavorável. Sempre me sinto confortável porque estou de bem com a vida”, afirmou, em entrevista coletiva, após a derrota no Engenhão.

O Botafogo completou o nono jogo consecutivo sem triunfar no Brasileirão, sendo que só ganhou uma vez na competição, do líder Atlético Mineiro. E com 11 pontos, ocupa a vice-lanterna do torneio.

“Jogamos muito mal, em todos os sentidos. Foi uma equipe arrasta, sem capacidade de mudança de velocidade e direção. Em alguns jogos que deixamos de ganhar, ou não perdemos, a equipe produziu. Hoje não. Não tem nenhuma justificativa para aquilo que foi o nosso jogo. Quem dirige sou eu”, afirmou Autuori.

O treinador também evitou relacionar a queda de rendimento do Botafogo com a saída do atacante Luis Henrique, que se transferiu ao Olympique de Marselha, e afirmou que o time fez um “jogo horroroso” contra o Bahia.

“Não foi apenas o Luis Henrique que saiu. O Luis Henrique já não vinha jogando há alguns jogos e a equipe produziu bastante, como contra o Corinthians. O que faltou foi futebol. Nós não jogamos e, quando é assim, a responsabilidade do coletivo é minha. Simples, não tem nenhuma dificuldade. Hoje foi um jogo horroroso, muito ruim. E todos nós sabemos disso”, declarou.

Autuori ainda explicou que o risco de lesão em função do desgate físico provocado pela sequência de jogos o levou a optar por não escalar Matheus Babi contra o Bahia. A tendência é que ele volte ao time titular diante do Fluminense, no próximo domingo.

“O Babi estava com uma sequência de jogos grande. No último jogo, ele sentiu as duas panturrilhas e, ali, sentimos a necessidade de preservar para o jogo contra o Fluminense. Se tivesse que entrar, seria por pouco tempo, não por 90 minutos porque ele está com uma carga alta”, justificou.

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