Ediçao Da Semana

Nº 2742 - 12/08/22 Leia mais

A variante ômicron, do novo coronavírus, segue causando estragos na Europa e nos Estados Unidos. Diversos países apresentam números alarmantes de novos casos diários. No Reino Unido e na África do Sul explodiram as internações de crianças (não vacinadas). Já se sabe que o vírus atual é muito mais transmissível (de 3 a 5 vezes) e, infelizmente, não menos grave ou menos letal que as variantes anteriores.

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Para piorar, a ômicron já é dominante em grande parte dos territórios por onde passou. Tudo indica que o Brasil será colhido por uma nova onda logo após as festas de fim de ano. Graças às vacinas – e somente a elas!! – em nenhum país, até agora, houve significativo aumento de internações e mortes. Por outro lado, dentre as pessoas não imunizadas, o estrago segue o mesmo que na primeira e segunda ondas.

CRIANÇAS

O que preocupa, atualmente, e muito!, quem caminha ereto, sobre duas patas e raciocina com mais de dois neurônios, são as crianças. Excluindo os assassinos anti vacinas, e cretinos do tipo Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, e Marcelo Queiroga, o sabujo da Saúde, autoridades sanitárias dos países desenvolvidos iniciam procedimentos de emergência para proteger seus pequeninos.

Na Europa, países anunciam o fechamento provisório de fronteiras e até mesmo novo lockdown durante o réveillon. O foco é vacinar o maior número possível de crianças no menor prazo. Enquanto a letalidade da ômicron, dentre os vacinados, praticamente inexiste, dentre os não vacinados é idêntica às variantes anteriores. E é justamente a criançada o grupo que ainda não foi imunizado contra o corona.

BRASIL

No Brasil, a vacina já foi aprovada e recomendada pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A Pfizer comunicou que pode fornecer imediatamente a versão pediátrica da droga. Nos EUA, cerca de 5 milhões de crianças foram vacinadas e nenhum efeito adverso grave foi relatado (por lá, já foram aplicadas 7.5 milhões de doses). Ou seja, não há qualquer razão para receio por parte dos pais.

O governo tem feito de tudo para colocar em risco as nossas crianças. Como fez de tudo – e mais um pouco!! – para colocar em risco jovens, adultos e idosos. Não à toa termos 630 mil mortos por covid-19. Estima-se que poderíamos ter, com base na média mundial, 250 mil óbitos a menos. E um dos maiores culpados dessa tragédia se chama, sem dúvida nenhuma, Jair Messias Bolsonaro, o psicopata negacionista.

SÓCIOS DO CORONA

O desgraçado fez o máximo para disseminar o vírus: incentivou e causou aglomerações; boicotou a vacinação; demonizou o uso de máscara; mentiu sobre a doença e as vacinas; fez propaganda e receitou drogas ineficazes. Se este País não fosse a merda que é, esse verme já estaria deposto e preso em um manicômio judicial. E com ele, seus cúmplices, como Eduardo Pazuello e Queiroz, digo Queiroga.

São tão vagabundos que estão atrasando o quanto podem o início da vacinação infantil contra o coronavírus no Brasil. Até consulta pública fizeram, o que significa perguntar a um encanador sobre virologia. Agora, pretendem exigir receita médica. Os cretinos não conhecem uma fila de hospital público para casos emergenciais, e querem ver pilhas de pobres mortos à espera de um papelucho inútil.

JUSTIÇA E GOVERNADORES

Como tem ocorrido desde o início da pandemia no País, STF – Supremo Tribunal Federal, prefeitos e governadores têm lutado contra a tirania, ignorância, obscuridade, negacionismo e sanha homicida do desgoverno Bolsonaro, ele próprio, um verdadeiro, como muito bem o adjetivou a CPI da COVID, Mercador da Morte. São tais entes que nos têm garantido vacinas e um mínimo de medidas sanitárias.

Contudo, o mais importante ainda não foi feito: o maníaco do tratamento precoce e os lunáticos que lhe servem de cúmplices já deveriam ter sido afastados de suas funções. Oficialmente ou não – como o caso do ataque hacker, sob medida, contra o aplicativo do SUS – vêm auxiliando a política presidencial da morte. Passou da hora de um basta! Do contrário, as próximas vítimas serão as crianças.