Cultura

Iza fala de Gil e de racismo

Ping: Iza, cantora

Conte-nos sobre sua relação com a obra de Gilberto Gil.

Minha mãe sempre foi grande admiradora da música do Gil. Na verdade, minha família gosta muito desses grandes nomes da música brasileira e eu os ouvia por tabela, foi assim desde que eu era pequena. Não só na casa de minha mãe, como na de minhas tias. É uma obra que pertence à casa de todo mundo.

Gil disse que você, ele e Zé Ricardo escolheram o repertório, mas que prevaleceram as suas escolhas. Que músicas afetivas de Gil você selecionou?

Para mim, foi muito fácil escolher porque sou muito fã. Eu escolhi um repertório que qualquer fã de Gil ia amar ouvir. Achei muito lindo que ele topou minhas escolhas. Com certeza A Paz, Drão, Palco e Aquele Abraço não poderiam faltar.

Como é para vocês, artistas, explorarem esse formato de live, que surgiu como alternativa em meio à pandemia?

Só participei de uma live, que foi o lançamento de Let Me Be The One. Confesso que precisei me adaptar, prefiro muito mais o formato ao vivo. Grande parte das lives precisa de muita gente para ser realizada e eu não entendia como isso poderia ser feito de forma segura, eu ficava um pouco reticente. Mas entendo que a música vem trazendo muita alegria para algumas pessoas, então realmente acho que foi uma mudança que o mercado musical fez e que foi muito válida para a vida das pessoas.

O racismo estrutural ainda faz parte das sociedades. Como avançar nessa questão?

Discutindo sempre. Achei muito bacana que a gente nunca falou tanto sobre isso no Brasil. Infelizmente precisou de mais uma morte trágica, como foi a do (George) Floyd, que não é a primeira vez que vemos, acontecesse lá fora para que as pessoas começassem a problematizar tudo o que vem acontecendo. Isso tudo abriu o olho de muitas pessoas, mas a gente ainda não caminhou em relação a isso. A gente precisa deixar claro que, sim, vivemos em uma sociedade racista e não podemos mais negar isso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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