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Itália tem maior nº de casos de Covid desde 23 de maio

ROMA, 15 AGO (ANSA) – A Itália registrou mais 629 novos casos de Covid-19, no maior número de contaminações diárias desde o dia 23 de maio, informou o Ministério da Saúde neste sábado (15). Naquele dia, haviam sido 669 infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).   

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Com os dados divulgados, o total de infectados desde o início da pandemia é de 253.438 no país. As regiões que ganharam destaque negativo no boletim foram o Vêneto (120 novos casos), Lombardia (94) e Emilia-Romagna (71). Apenas o Trentino-Alto Ádige e o Vale de Aosta ficaram sem registrar nenhuma contaminação.   

Conforme o relatório, o Piemonte incluiu na contagem desse sábado 15 casos que haviam sido constatados em 13 de agosto, mas que não tinham sido incluídos nos números oficiais até o momento.   

Os números continuam a confirmar a tendência de alta nas infecções que vem sendo registradas nas últimas semanas. Segundo uma nota do Ministério da Saúde e do Instituto Superior de Saúde (ISS), a tendência atual é de “piora” dos dados e esse é um momento para “ficar alerta”.   

A quantidade de pessoas curadas nas últimas 24 horas foi de 314, elevando para 203.640 os cidadãos considerados livres da doença.   

Já os atuais casos ativos – que excluem curas e mortes – chegaram a 14.406, um aumento de 157 na comparação com a sexta-feira (14). Desses, 55 estão internados em unidades de terapia intensiva, 764 recebem atendimento hospitalar e 13.587 estão em isolamento obrigatório em casa.   

– Recontagem vítimas: O país contabilizou quatro mortes pela doença nas últimas 24 horas, mantendo os baixos números no quesito mesmo com a alta nos casos.   

Porém, no boletim divulgado hoje, houve um acréscimo de 154 falecimentos no valor total, que chegou a 35.392.   

Isso porque, segundo o Ministério, a região da Emilia-Romagna, “após uma verificação interna dos dados de óbitos na agência sanitária de Parma comunicou 154 óbitos que ocorreram nos meses de março, abril e maio e que não tinham sido contabilizados até agora”. (ANSA).   

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