ROMA, 6 MAR (ANSA) – Pelo menos 160 militares da Marinha da Itália serão enviados a bordo de um navio para o Chipre para contribuir com o sistema de defesa que está sendo estabelecido na ilha, em meio à guerra no Irã. A operação ocorrerá como parte de um esforço coordenado entre Itália, Espanha, França e Holanda, após a interceptação de drones que se dirigiam para uma base militar do Reino Unido no país.
O número de militares destacados poderá variar dependendo do tipo de navio utilizado. Segundo a Marinha italiana, a fragata escolhida é a Federico Martinengo, que concluiu sua missão na Operação Aspides da União Europeia.
A embarcação retornou à base naval de Taranto após proteger a navegação mercante no Mar Vermelho contra as ameaças dos houthis.
O anúncio é feito um dia após o ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, prometer mandar “ativos navais” para o Chipre, enquanto a primeira-ministra Giorgia Meloni confirmou o envio de assistência de defesa aérea aos países do Golfo Pérsico atacados pelo Irã em sua represália pelos bombardeios de Israel e Estados Unidos. (ANSA).