Todos os anos, um grupo de pesquisadores se dedica a analisar uma série de dados concretos para determinar qual é a cidade mais feliz do mundo. Essa avaliação leva em consideração fatores como educação, políticas inclusivas, economia, mobilidade, proteção ambiental e inovação. O resultado é compilado no Índice de Cidade Feliz, que busca identificar as cidades que oferecem a melhor qualidade de vida para seus habitantes.
O processo de seleção das cidades é rigoroso e apenas aquelas com dados completos, confiáveis e comparáveis são incluídas no índice. Em 2025, Copenhague, na Dinamarca, foi eleita a cidade mais feliz do mundo, destacando-se em praticamente todos os critérios avaliados. Este reconhecimento não é apenas um título, mas reflete o compromisso da cidade com o bem-estar de seus cidadãos.

Quais são as cidades mais felizes do mundo em 2025?
O ranking de 2025 do Índice de Cidade Feliz coloca Copenhague no topo, seguida por Zurique, Singapura, Aarhus e Antuérpia. Cada uma dessas cidades se destaca por diferentes razões, mas todas compartilham um compromisso com a melhoria contínua da qualidade de vida de seus habitantes.
Copenhague é conhecida por sua mobilidade sustentável e participação cidadã nas decisões públicas. Zurique, por sua vez, é um centro financeiro global que também valoriza a educação e a inovação. Singapura se destaca por sua governança eficiente e progresso tecnológico. Aarhus combina história e inovação com um forte compromisso com a sustentabilidade. Já Antuérpia é reconhecida por sua educação de qualidade e engajamento cívico.

Como é calculado índice de Cidade Feliz?
O Índice de Cidade Feliz é calculado com base em seis critérios principais: cidadania, economia, governança, saúde, ambiente e mobilidade. Cada um desses critérios é avaliado através de uma série de indicadores específicos que medem o desempenho da cidade em áreas cruciais para a felicidade e o bem-estar de seus habitantes.
- Cidadania: Avalia o acesso à cultura, educação, políticas inclusivas, moradia e inovação.
- Economia: Considera o Produto Interno Bruto, média salarial, mercado de trabalho e empreendedorismo.
- Governança: Examina a transparência das ações públicas e a participação popular nas decisões.
- Saúde: Analisa o acesso ao sistema de saúde, incluindo saúde mental e bem-estar laboral.
- Ambiente: Avalia a gestão de recursos naturais, qualidade do ar e preservação de áreas verdes.
- Mobilidade: Considera sistemas de transporte inteligentes e soluções de gerenciamento de tráfego.
Por que nenhuma cidade brasileira está no ranking?
Em 2025, nenhuma cidade brasileira apareceu entre as classificadas no Índice de Cidade Feliz. Isso pode ser atribuído a diversos fatores, incluindo desafios econômicos, desigualdade social e questões de governança que afetam a qualidade de vida urbana. Embora o Brasil tenha cidades vibrantes e culturalmente ricas, ainda enfrenta obstáculos significativos que impedem uma classificação mais alta nesse tipo de índice.
Para que uma cidade brasileira possa figurar entre as mais felizes do mundo, seria necessário um esforço conjunto para melhorar áreas críticas como educação, saúde e mobilidade urbana, além de promover políticas públicas que incentivem a participação cidadã e a sustentabilidade ambiental.
Qual é o impacto do índice de Cidade Feliz nas cidades?
O Índice de Cidade Feliz não apenas reconhece as cidades que oferecem uma alta qualidade de vida, mas também serve como um guia para outras cidades que buscam melhorar suas condições urbanas. As cidades que aparecem no ranking frequentemente se tornam modelos de referência, compartilhando suas melhores práticas e inspirando outras a adotar políticas e iniciativas semelhantes.
Além disso, o índice pode influenciar decisões de investimento e turismo, uma vez que cidades bem classificadas são vistas como destinos atraentes tanto para negócios quanto para lazer. Em última análise, o Índice de Cidade Feliz destaca a importância de um desenvolvimento urbano equilibrado e sustentável, onde o bem-estar dos cidadãos é a prioridade.