Leia em IstoÉ: Até onde ele vai?

Donald Trump afronta estabilidade global em nome de um novo imperialismo americano

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A ofensiva do presidente dos Estados Unidos Donald Trump contra a Venezuela abre um novo capítulo da geopolítica global. A operação que capturou Nicolás Maduro, realizada na madrugada do dia 3, rompeu o multilateralismo, estabeleceu uma nova fase do conceito de imperialismo americano, deixou a ONU à margem – e o próprio Congresso dos EUA – e criou um precedente perigoso. Afinal, Trump poderá ditar sozinho os limites da ordem internacional? Analistas ouvidos por IstoÉ avaliam que o mandatário, ao assumir o controle da maior reserva de petróleo do planeta e impor exigências diretas ao governo interino de Caracas, passa a usar o combustível como instrumento de barganha contra China e Rússia e instiga um mundo dividido em zonas de influência. E na mira já estão outros territórios, como Groenlândia e Colômbia, que terá eleição presidencial neste ano.

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Barreiras para elas na política – Iniciativas para aumentar a representatividade feminina não avançaram em 2025. Para conquistar espaço no poder, as mulheres enfrentam desafios que vão de artimanhas no repasse de cotas de campanha eleitoral até a violência de gênero na atividade parlamentar

O nó do governo – Desafio é acertar o passo das contas públicas para cumprir as metas e não desestabilizar o ambiente econômico às portas das eleições 2026

Escolhas cruciais – Eleições de presidentes e parlamentares acontecem neste ano em mais de uma dezena de países, da América Latina à Ásia, em meio a conflitos e interesses das grandes potências

A Copa do Mundo dividida – Pela primeira vez, a competição de futebol mais importante do planeta
terá três casas: Estados Unidos, México e Canadá. E isso representa um desafio que vai além do esportivo

Shows no radar – Depois de um ano com Lady Gaga e Oasis, a agenda musical de 2026 traz mais nomes estelares como Doja Cat, Bad Bunny e Rosalía, além de nova edição do Rock in Rio

E mais:

Literatura de primeira grandeza – O escritor Milton Hatoum, imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) eleito em 2025, defende que o país já deveria ter recebido um Nobel

Sob a luz de Hollywood – Premiado no Critics Choice Awards pela fotografia de “Sonhos de Trem”, Adolpho Veloso foi da publicidade para o cinema