Leia em IstoÉ: Força latina

Protagonista de uma apresentação bombástica no Super Bowl, o porto-riquenho Bad Bunny mostra aos brasileiros por que é um dos nomes mais importantes da música pop atual

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Benito Antonio Martínez Ocasio. A esta altura, o nome já se espalhou mundo afora, mas ainda há quem não saiba que ele se refere a Bad Bunny, o homem que é líder global no Spotify, que arrebatou o Grammy de Álbum do Ano, que promoveu a integração do continente americano com um show de apenas 13 minutos no Super Bowl 2026 e que provocou a ira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Esses últimos movimentos aconteceram neste mês, provocando uma onda de popularidade alimentada por música, empatia e “sazón”, a gíria em espanhol equivalente ao nosso “molho”.

Bad Bunny, o porto-riquenho mais famoso hoje no mundo – vide o alcance de seus seguidores nas redes sociais (54,3 milhões no Instagram, 52,2 milhões no YouTube e 41,1 milhões no TikTok) –, se apresenta pela primeira vez no Brasil nesta sexta-feira, 20, e sábado, 21, no Allianz Parque, em São Paulo, em duas noites que prometem ser retumbantes.

No primeiro dia do mês, Benito se consagrou como o grande ganhador do Grammy, recebendo os troféus de Álbum do Ano, Melhor Álbum de Música Urbana, Melhor Performance de Música Global. Com o trabalho “Debí Tirar Más Fotos”, ele se tornou o primeiro artista a vencer o prêmio mais cobiçado – o de Álbum do Ano – com uma produção inteiramente em espanhol.

Pouco depois, mais uma conquista histórica. Bad Bunny foi o primeiro artista a fazer um show inteiro em castelhano no Super Bowl. Nas redes sociais, o total de visualizações do show, nas primeiras 24 horas, chegou a 4 bilhões (soma dos perfis da NFL, de parceiros da liga de futebol americano e de influenciadores). É um aumento de 137% na comparação com 2025. Detalhe: 55% das visualizações foram de mercados internacionais.

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