Comportamento

Islamólogo suíço é acusado de estuprar quatro mulheres na França

Islamólogo suíço é acusado de estuprar quatro mulheres na França

(2019) O suíço Tariq Ramadan nos arredores do Palácio de Justiça de Paris - AFP/Arquivos

O islamólogo suíço Tariq Ramadan, 57 anos, foi acusado de estuprar quatro mulheres, o que nega, depois de ter sido declarado culpado por agressão a duas mulheres em Paris, em 2015 e 2016, disse seu advogado à AFP.

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Figura popular e controvertida do Islã europeu, Tariq Ramadan já era acusado por estupro desde o último 2 de fevereiro de 2018.

Interrogadas como testemunhas pela polícia em fevereiro de 2019, as duas novas acusadoras foram identificadas por meio de fotos encontradas no computador do islamólogo, que nega todas as acusações.

“Há uma vontade de perseguir a Tariq Ramadan a todo custo e indo contra as provas”, declarou o seu advogado, Emmanuel Marsigny, à AFP.

“Em um momento em que as mentiras das primeiras acusadoras estão claramente percebidas, ele é acusado novamente, quando a primeira atacada declarou que as relações tinha sido ‘consentidas’ e quando a outra mulher jamais reclamou dos encontros”, ressaltou.

Em fevereiro de 2019, as duas mulheres contaram aos investigadores como esse “manipulador” as teria colocado em uma relação virtual “dominador-dominado” antes de um encontro pessoal violento.

“Pedi que ele fosse mais delicado, mas ele me disse: ‘É sua culpa, você merece’ (…) e que deveria obedecê-lo”, informou uma delas.

“É de outra natureza que não uma violação física (…) há uma violação moral”, explicou a outra suposta vítima. “No entanto, a relação foi consentida”.

Desde 2018, Ramadan é acusado desde 2018 por “estupro” e “violência a pessoa vulnerável”, por acusações de Henda Ayari e “Christelle”, respectivamente em 2012, em Paris e, em 2009, em Lyon.

Outra mulher, Mounia Rabbouj, acusou o islamólogo de nova estupros ocorridos entre 2013-2014. Ele não responde por essas acusações.

Depois de nove meses detido e negando as acusações, Tariq Ramadan reconheceu, em outubro de 2018, que manteve relações sexuais “consentidas”, como afirmou, com suas duas primeiras acusadoras.

Em 16 de novembro de 2018, foi liberado após pagar fiança de US$ 300 mil euros e entregar o passaporte suíço.

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