O comandante da Guarda Revolucionária do Irã disse nesta segunda-feira que o Estreito de Ormuz está fechado e que o Irã incendiará qualquer navio que tentar passar, informou a mídia iraniana.
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A medida vem depois que o líder supremo aiatolá Ali Khamenei foi morto em um ataque israelense e pode sufocar um quinto do fluxo global de petróleo e elevar drasticamente os preços do petróleo bruto.
Trump promete “grande onda” de ataque

Donald Trump promete intensificar ataques contra o Irã
Na manhã desta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que uma “grande onda” ainda está por vir na guerra com o Irã. Ele acrescentou que os EUA não sabem quem será o novo líder do país após a morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei.
No sábado, os Estados Unidos e Israel realizaram em conjunto uma grande ofensiva aérea contra alvos militares e estratégicos no Irã, com a alegação de que era necessário destruir o programa nuclear iraniano e responder a ameaças do regime. Em retaliação, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e bases estadunidenses em diversos países do Oriente Médio.
Os ataques dos EUA e Israel atingiram o topo da liderança iraniana e resultaram na morte do aiatolá Ali Khamenei, confirmada pelo próprio governo iraniano horas depois. Outras altas autoridades militares, incluindo o chefe do Estado‑Maior e o ministro da Defesa, também morreram.
O conflito ampliou drasticamente as tensões regionais, fechou o Estreito de Ormuz, provocou centenas de mortes no Irã e desencadeou ondas de ataques em vários países do Oriente Médio. Trump explicou ainda no sábado que o objetivo da ofensiva era destruir os mísseis iranianos e aniquilar sua Marinha e projetou novos bombardeios se o país prosseguir com seus programas nucleares e de mísseis balísticos.
“Minha administração tomou todas as medidas possíveis para minimizar o risco para o pessoal americano na região. Mesmo assim, e não faço essa declaração levianamente, o regime iraniano busca matar”, disse o republicano. Até o momento, seis mortes de soldados americanos foram confirmadas pelo Exército do país.
Com informações da Reuters