Irã e Israel retomam ataques, e Teerã promete vingar morte de Khamenei

Irã e Israel retomam ataques, e Teerã promete vingar morte de Khamenei

"IranianosLideranças iranianas falam em forte retaliação pela morte do líder supremo do regime, e militares voltam a lançar mísseis contra Israel e bases dos EUA no Oriente Médio. IDF atacam alvos em Teerã.- Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, neste sábado (28/02), miraram lideranças iranianas e mataram o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e vários líderes militares.

– O Irã prometeu vingar a morte do líder supremo e continuou, neste domingo, lançando mísseis contra Israel e bases militares americanas no Golfo Pérsico, atingindo países aliados dos EUA na região.

– As Forças de Defesa de Israel (IDF) também iniciaram uma nova onda de ataques contra o Irã neste domingo.

– Um conselho interino foi formado para governar o Irã após a morte de Khamenei, incluindo o presidente Massoud Pezeshkian, o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni Eje, e o aiatolá Alireza Arafi.

– O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benajamin Netanyahu, deixaram claro que almejam a troca de regime no Irã.

– Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã e uma das figuras de oposição mais proeminentes do país no exílio, voltou a se apresentar como potencial futuro líder.

Protesto pela morte de Khamenei deixa nove mortos no Paquistão
Num sinal de como os ataques ao Irã podem insuflar a agitação em outros países, centenas de pessoas protestaram nas ruas e invadiram o consulado dos EUA na cidade portuária paquistanesa de Karachi neste domingo (01/03) para protestar contra a morte do líder supremo do regime iraniano, aiatolá Ali Khamenei.

"Morte a Israel, morte aos EUA", gritavam os manifestantes, da comunidade xiita paquistanesa. As forças de segurança usaram cassetetes e gás lacrimogêneo para dispersar a multidão, e pelo menos nove manifestantes foram mortos a tiros.

Karachi é a capital da província de Sindh, no sul do Paquistão.

O governo do Paquistão, país onde os xiitas são cerca de 20% da população, vê com preocupação os ataques de Israel e EUA ao Irã e o impacto que eles podem ter internamente na estabilidade do país.

as (AP, Reuters, Lusa)

Ataques do Irã contra Israel deixam sete mortos e dezenas de feridos
Ao menos sete pessoas foram mortas e mais de 120 ficaram feridas nos ataques do Irã a Israel, nestes sábado (28/02) e domingo, segundo as autoridades israelenses.

Seis delas foram mortas e 23 ficaram feridas num ataque no centro do país neste domingo, de acordo com o serviço de resgate Magen David Adom, que disse que ainda estava realizando buscas na área. Muitos mísseis foram interceptados, disseram os militares.

as (AP)

Aiatolá Alireza Arafi é o terceiro membro do governo interino do Irã
O Conselho de Discernimento do Irã comunicou neste domingo (01/03) que escolheu o aiatolá Alireza Arafi, de 66 anos, como terceiro membro do conselho de liderança interino do país.

Arafi, um clérigo e jurista xiita, é membro da Assembleia dos Peritos e do Conselho dos Guardiões da Revolução. Ele foi escolhido a dedo pelo falecido líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, para o Conselho dos Guardiães em 2019.

O conselho interino vai comandar o país após a morte do líder supremo num ataque dos EUA e de Israel no sábado e até que a Assembleia dos Peritos eleja um novo líder supremo.

O conselho interino também inclui o presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, e o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni Ejei.

as (Lusa, AFP, AP)

Iranianos festejam morte de Khamenei, outros estão de luto
Muito iranianos foram às ruas de cidades do país para festejar a notícia da morte do líder supremo Ali Khamenei, de acordo com testemunhas e vídeos nas redes sociais.

Vídeos postados nas redes sociais mostram pessoas festejando a derrubada de uma estátua na cidade de Dehloran, na província de Ilam, dançando nas ruas da cidade de Karaj, perto de Teerã, na província de Alborz, e celebrando nas ruas de Izeh, na província de Khuzistão.

Na cidade de Galleh Dar, no sul do Irã, pessoas derrubaram um monumento em homenagem ao aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador da República Islâmica em 1979, como mostra um vídeo que circula nas redes sociais.

Em Teerã, muitos moradores festejaram neste sábado aos gritos a notícia, então ainda não confirmada, da morte de Khamenei nos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica.

"Khamenei morreu" gritaram várias pessoas das janelas de seus apartamentos no norte da capital iraniana. Também foram ouvidos assobios, aplausos e sons de buzinas e cornetas, além de gritos de Yavid shah (Vida longa ao xá), numa referência à monarquia derrubada na Revolução Islâmica de 1979.

Os efusivos gritos que ressoaram durante cerca de 20 minutos são uma amostra do descontentamento de parte da população com o regime teocrático. As pessoas não saíram às ruas em massa para comemorar, mostram os vídeos nas redes sociais. Muitos iranianos estão com medo após a violenta repressão aos protestos de janeiro.

Outros de luto

Os milhares que se reuniram no centro da capital iraniana estavam, na verdade, de luto pela morte de Khamenei.

Os enlutados, vestidos principalmente de preto e alguns chorando, entoavam "morte à América" e "morte a Israel" na Praça Enghelab (Revolução), muitos deles agitando bandeiras do Irã e segurando fotos de Khamenei.

A televisão estatal iraniana anunciou um período de luto de 40 dias e sete feriados nacionais.

as (Reuters, AFP, Efe)

Quem escolhe o sucessor de Khamenei?
Quem vai escolher o sucessor de Ali Khamenei, morto num ataque dos EUA e Israel?

A hierarquia de poder no Irã é notoriamente complexa. Existem conselhos não eleitos que exercem imenso poder e que são monitorados por órgãos eleitos ou semi-eleitos.

Aqui está um guia das principais figuras no topo da hierarquia política e militar do Irã e como o poder é exercido em Teerã:

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Israel conseguiu atacar Khamenei devido a informações da CIA
A CIA monitorou o aiatolá Ali Khamenei por meses, e Israel conseguiu matá-lo num ataque aéreo devido a informações da agência americana sobre o local e horário de uma reunião entre o líder supremo iraniano e outros altos funcionários, informou o jornal The New York Times neste domingo (01/03).

Os Estados Unidos e Israel planejaram inicialmente atacar Teerã à noite, mas adiaram a operação em parte porque a CIA descobriu que uma reunião seria realizada na manhã de sábado no complexo onde Khamenei reside, afirmou o jornal, citando diversas fontes familiarizadas com a operação.

as (Efe)

Israel lança novos ataques aéreos ao Irã
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram uma nova onda de ataques contra o Irã na madrugada deste domingo (01/03). Os militares israelenses disseram que estavam atacando alvos no centro de Teerã, e a imprensa estatal iraniana confirmou explosões na capital.

Uma enorme explosão abalou Teerã neste domingo e lançou uma enorme coluna de fumaça no céu. Não ficou imediatamente claro qual era o alvo. A explosão ocorreu na área da sede da polícia nacional e da televisão estatal iraniana, bem como do Tribunal Revolucionário de Teerã e de um prédio do Ministério da Defesa.

Os militares de Israel disseram ter atacado os sistemas de mísseis balísticos e de defesa aérea do Irã na manhã deste domingo.

Uma pessoa informada sobre a campanha israelense disse à agência de notícias Reuters que não houve mudanças na estratégia militar de Israel após a morte de Khamenei e que os ataques continuarão visando autoridades iranianas e a infraestrutura de mísseis.

as (Reuters, AP, Efe)

Filho do xá se apresenta como potencial líder do Irã
Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã e uma das figuras de oposição mais proeminentes do país no exílio, voltou a se apresentar como potencial líder do Irã.

Pahlavi reagiu à morte do líder supremo do regime iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, com um artigo de opinião publicado no jornal The Washington Post neste domingo (01/03).

O filho do xá teceu elogios ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sua postura perante o regime iraniano ao longo do artigo, intitulado Graças ao Presidente Trump, a hora da liberdade do Irã está próxima.

"Muitos iranianos, muitas vezes sob ameaça de balas, me pediram para liderar esta transição. Estou admirado com a coragem deles e atendi ao seu chamado", escreveu.

"Nosso caminho adiante será transparente: uma nova constituição elaborada e ratificada por referendo, seguida de eleições livres sob supervisão internacional. Quando os iranianos votarem, o governo de transição vai se dissolver."

Ele argumenta que um Irã democrático "transformaria o Oriente Médio, convertendo uma das fontes mais persistentes de instabilidade mundial num pilar de estabilidade regional".

Pahlavi também agradeceu a Trump por ter dado a ordem dos ataques aéreos que atingiram a República Islâmica e mataram o aiatolá Ali Khamenei.

O pai de Pahlavi, o xá Mohammad Reza Pahlavi, governou o Irã de 1941 até sua deposição na Revolução Islâmica de 1979. Reza Pahlavi, que foi designado príncipe herdeiro por seu pai, vive no exílio há décadas.

as (DPA, Lusa, OTS)

Irã promete vingança e lança mísseis contra Israel e aliados árabes dos EUA
O Irã lançou mísseis contra alvos em Israel e nos países árabes do Golfo Pérsico neste domingo (01/03), após prometer uma forte retaliação pela morte do líder supremo do regime, o aiatolá Ali Khamenei, nos ataques dos Estados Unidos e Israel neste sábado.

O governo iraniano afirmou que "este grande crime jamais ficará impune", e a Guarda Revolucionária ameaçou lançar sua maior ofensiva contra Israel e bases militares e americanas. Pouco depois, a Guarda Revolucionária anunciou ataques contra 27 bases militares dos EUA no Oriente Médio.

O presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, afirmou que a morte de Khamenei foi uma "declaração de guerra contra os muçulmanos" e prometeu vingança.

"A República Islâmica do Irã considera o acerto de contas e a vingança contra os autores materiais e intelectuais deste crime histórico como seu dever e seu direito legítimo e empregará todas as suas capacidades para cumprir com esta grande responsabilidade e obrigação", ressaltou Pezeshkian.

O chefe de segurança iraniano, Ali Larijani, prometeu atacar os EUA e Israel com uma força nunca antes vista.

"Vocês cruzaram nossa linha vermelha e devem pagar o preço", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, em discurso televisionado. "Vamos desferir golpes tão devastadores que vocês mesmos serão obrigados a implorar."

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu em seguida. "O Irã acaba de declarar que vai atacar com muita força hoje, com mais força do que jamais atacou", escreveu Trump nas redes sociais. "É melhor que não façam isso, pois, se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca vista!"

Israel confirma disparos

Os militares de Israel confirmaram o lançamento de mísseis pelo Irã, mas disseram que os sistemas de defesa foram ativados para interceptá-los.

A população foi orientada a retornar aos abrigos. Sirenes soaram mais uma vez em diversas áreas do país e explosões foram ouvidas sobre Jerusalém neste domingo.

Nas últimas 24 horas, milhões de pessoas no país tiveram que correr para abrigos devido a ataques com mísseis do Irã.

Uma morte em Abu Dhabi

Os militares iranianos afirmaram ter atacado neste domingo bases americanas na região do Curdistão iraquiano e no Golfo Pérsico.

Os ataques iranianos contra alvos americanos no Oriente Médio nas últimas horas resultaram em pelo menos uma morte nos Emirados Árabes Unidos e danos menores em aeroportos de Abu Dhabi, Dubai e Manama (Bahrein), além de danos causados ​​por mísseis interceptados que caíram em áreas urbanas e industriais dos Emirados Árabes Unidos e do Catar.

Segundo a agência de notícias oficial dos Emirados Árabes Unidos, WAM, os danos mais graves ocorreram no Aeroporto Internacional Zayed de Abu Dhabi, onde a interceptação de um drone que se dirigia ao aeroporto levou à queda de sua fuselagem, matando uma pessoa de ascendência asiática e ferindo outra.

Explosões foram ouvidas em vários países do Golfo Pérsico neste domingo, após o novo lançamento de mísseis pelo Irã.

Várias fortes explosões foram ouvidas em Dubai, um centro financeiro regional, e sobre a capital do Catar, Doha, disseram testemunhas, que relataram terem ouvido vários estrondos fortes pela manhã em Doha. A emissora catari Al Jazeera relatou pelo menos 11 explosões na capital.

De acordo com o Ministério do Interior do Catar, um pequeno incêndio foi iniciado por destroços que caíram após um míssil ter sido interceptado numa área industrial. O ministério afirmou que não houve feridos.

Nuvens de fumaça branca, provenientes da interceptação de mísseis, foram avistadas nos céus de Dubai, enquanto colunas de fumaça escura subiam sobre o porto de Jebel Ali, um dos mais movimentados do Oriente Médio.

Explosões também foram relatadas em Manama, a capital do Bahrein. Testemunhas relataram ter ouvido pelo menos quatro fortes estrondos. Imagens de um hotel atingido e danificado em Manama circularam nas redes sociais, mas ainda não foi possível verificar as informações.

O regime em Teerã passou a atacar bases militares americanas na região após o início dos ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã no sábado. Os países árabes do Golfo Pérsico abrigam milhares de soldados americanos nessas bases.

as (AP, Reuters, AFP, DPA, Efe, Lusa)

Irã forma conselho interino para governar o país
O chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, disse que o processo de transição após a morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, começará neste domingo (01/03).

Larijani é o chefe do principal órgão de segurança do Irã, o Conselho Supremo de Segurança Nacional, e era um conselheiro próximo de Khamenei.

Um conselho interino foi formado para governar o Irã após a morte do líder supremo do regime, o aiatolá Ali Khamenei, noticiou a mídia estatal iraniana.

Esse conselho está previsto na lei da República Islâmica. Ele é composto pelo presidente do Irã, pelo chefe do judiciário e por um membro do Conselho dos Guardiães, escolhido pelo Conselho de Discernimento, que assessora o líder supremo e resolve disputas com o parlamento.

O presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, um reformista, e o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni Ejei, um linha-dura, fazem, portanto, parte do conselho.

A lei iraniana determina que a Assembleia de Peritos deve escolher um novo líder supremo o quanto antes.

as (AP, AFP, Reuters)

Líderes militares do Irã são mortos em ataques dos EUA e Israel
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, general Abdolrahim Mousavi, e o ministro da Defesa do Irã, general Aziz Nasirzadeh, foram mortos num ataque aéreo que teve como alvo uma reunião do Conselho de Defesa do país, noticiou a mídia estatal iraniana neste domingo (01/03).

Também foram mortos na reunião o chefe da Guarda Revolucionária, major-general Mohammad Pakpour, e o conselheiro de segurança do líder supremo, Ali Shamkhani, cujas mortes o Irã havia anunciado anteriormente na manhã deste domingo.

Pakpour havia assumido o comando da Guarda Revolucionária em junho de 2025, depois de Israel ter matado o comandante anterior na guerra que durou 12 dias.

A mídia estatal iraniana afirmou que os líderes militares foram mortos durante uma reunião do Conselho de Defesa e acrescentou que outros nomes serão anunciados posteriormente.

Pouco depois, a agência de notícias Fars noticiou a morte do chefe da inteligência policial do Irã, Gholamreza Rezaian, durante ataques dos EUA e de Israel contra a República Islâmica.

Parentes de Khamenei entre os mortos

Os ataques dos EUA e de Israel mataram também o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, que ocupava o cargo máximo de 1989. Citando fontes não identificadas, a agência de notícias iraniana Fars noticiou que vários parentes de Khamenei também foram mortos, incluindo uma filha, um genro, uma nora e um neto.

as (AFP, AP)

Quem era Ali Khamenei, o líder supremo da teocracia iraniana
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto na ofensiva militar israelo-americana contra o país do Oriente Médio.

"Khamenei, uma das pessoas mais maléficas da história, está morto", escreveu o presidente dos EUA, Donald Trump, na rede Truth Social.

Horas depois, a imprensa estatal do Irã confirmou a informação.

A morte marca o fim de uma liderança que se estendeu por mais de 35 anos – até 2026 ele era o mais longevo chefe de Estado do Oriente Médio.

No cargo de "líder supremo" desde 1989, Khamenei, que tinha 86 anos, mantinha uma posição de líder religioso e político. Era tanto chefe de Estado como comandante-chefe com a palavra final sobre políticas públicas do país.

Nas mais de três décadas no poder, Khamenei enfrentou diversas ondas de protestos, todos reprimidos com violência, enquanto manteve uma política de linha dura em relação a costumes. Seu governo matou opositores exilados, e reprimiu jornalistas e intelectuais não alinhados ao regime.

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Mídia estatal do Irã confirma que Ali Khamenei foi morto
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto, confirmou a mídia estatal do país.

Segundo veículos do país, serão observados 40 dias de luto público no Irã após sua morte.

Horas antes, o presidente dos EUA, Donald Trump já havia anunciado que Khamenei, de 86 anos, havia sido morto nos ataques conjuntos dos EUA e de Israel, que atingiram pelo menos quatro edifícios no complexo residencial do líder supremo em Teerã na manhã de sábado.

Segundo a mídia iraniana, também morreram na ação uma das filhas do líder, um neto, um genro e uma nora.

A imprensa iraniana não apontou quem pode ser seu sucessor.

Homem mais poderoso do Irã, o líder supremo e aiatolá Ali Khamenei estava no cargo há mais de 30 anos, acumulando a posição de líder religioso e político. Ele era tanto chefe de Estado como comandante-chefe e tinha a palavra final sobre políticas públicas do país.

jps (ots)

Mídia do Irã aponta que parentes de Khamenei morreram em ataque
A mídia estatal iraniana informou que a filha, o genro e uma neta do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foram mortos em ataques dos EUA e de Israel.

No entanto, a mídia estatal não confirmou o anúncio de Trump de que o próprio Khamenei teria sido morto.

Mais cedo, Israel informou que tinha atacado o complexo em Teerã onde residia o líder do Irã.

jps (DW)

Mais de cem alunos mortos em ataque no Irã, diz mídia estatal
Agências de notícias estatais do Irã informaram que um ataque aéreo atingiu uma escola para meninas na cidade de Minab, no sul do país, em meio a ofensiva israelo-americana contra o país.

Segundo a agência Mizan, o número de mortes na escola Shajareh Tayyebeh chega a 108 após o local ser atingido num ataque aéreo na manhã deste sábado.

Não houve confirmação por parte dos EUA e Israel de um ataque à escola, que fica a poucas centenas de metros de uma base da Guarda Revolucionária Iraniana, força do regime que tem sido alvo da ofensiva deste sábado.

jps (ots)