Infantino diz que Copa do Mundo ‘será uma festa’ e deixa Trump de lado

ROMA, 10 MAR (ANSA) – Faltando pouco menos de 100 dias para o início da Copa do Mundo, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, garantiu que o megaevento esportivo “será uma festa”, mas não mencionou seu relacionamento com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem as incertezas provocadas pela guerra no Irã.   

O dirigente ítalo-suíço, entrevistado pelo jornal espanhol AS, celebrou os números de pedidos de ingressos registrados e afirmou que o Mundial será algo “fantástico” e “fenomenal”. O cartola também destacou a “empolgação sem precedentes” nos Estados Unidos, no Canadá e no México, sedes do campeonato.   

“Todos os estádios estarão lotados e será uma grande festa.   

As pessoas diziam que o futebol não era muito popular nos Estados Unidos, mas as coisas mudaram. Estamos diante de algo gigantesco. É mais do que uma competição esportiva, é um evento social que o mundo inteiro vai parar para admirar”, comentou Infantino.   

Na entrevista ao periódico espanhol, o chefe da Fifa também mencionou seus ídolos do futebol: Paolo Rossi, Evaristo Beccalossi, Alessandro Altobelli, Diego Maradona e Ronaldo “Fenômeno”.   

Um clima de incerteza passou a rondar a Copa do Mundo após o início da crise no Oriente Médio, já que as hostilidades envolvem duas nações ligadas ao megaevento: os Estados Unidos e o Irã. A primeira é uma das sedes do Mundial, enquanto a segunda disputará o torneio em território americano. A competição também contará com países da região, como Catar, Arábia Saudita e Jordânia.   

Além disso, o técnico da seleção do Iraque, Graham Arnold, já pediu à Fifa o adiamento da repescagem intercontinental para o Mundial de 2026, alegando dificuldades logísticas para o deslocamento de seus jogadores e membros da comissão técnica.   

(ANSA).