Mundo

Idosa dada como morta ‘ressuscita’ após passar a noite em necrotério

Crédito: Reprodução

A russa Zinaida Kononova, de 81 anos, foi dada como morta após uma cirurgia no intestino. A família foi informada e a idosa foi levada ao necrotério às 1h10 da manhã. No entanto, sete horas depois, uma funcionária “levou o maior susto da vida” ao encontrar a mulher no chão.

Conforme o jornal The Sun, Zinaida “voltou dos mortos” e caiu ao tentar pular de uma mesa mortuária para pedir ajuda. Ela foi enrolada em cobertores e levada às pressas para a terapia intensiva no hospital central do distrito de Gorshechensky, em Kursk Oblast.

De acordo com a família, a equipe médica ligou para Tatiana, sobrinha de Zinaida, para avisar o ocorrido. “Temos uma situação incomum. Ela está viva!”, disse um médico.

Tatiana foi informada que a tia foi registrada como clinicamente morta por 15 minutos. Um anestesista confessou mais tarde que a idosa foi enviada ao necrotério 1 hora e 20 minutos depois da morte, em vez de duas horas, como manda a regra. Após a confusão, Zinaida foi transferida para outra unidade hospital e a família planeja processar o hospital.

Veja também

+ Confira 4 dicas para descobrir se o mel é falsificado

+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"

+ MG: Pastor é preso por crime sexual e alega que caiu em tentação

+ FAB apresenta novas aeronaves F-39E Gripen

+ Veja a curiosa lista das motos mais vendidas na Alemanha em setembro

+ Pluto TV ‘grátis’ chega ao Brasil para rivalizar com Netflix e Prime Video

+ Teve o auxílio emergencial negado? Siga 3 passos para contestar no Dataprev

+ Caixa substitui pausa no financiamento imobiliário por desconto de até 50% na parcela

+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel

+Vídeo mostra puma perseguindo um corredor em trilha nos EUA

+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago

+ 12 razões que podem fazer você menstruar duas vezes no mês

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?

+ Educar é mais importante do que colecionar