Economia

IBGE vê alta concentrada no IPCA e diz que não há pressão de demanda

Apesar da aceleração na inflação oficial do País, ainda não há pressão de demanda sobre os preços, afirmou Pedro Kislanov, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saiu de 0,10% em outubro para 0,51% em novembro.

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A alta no IPCA do último mês foi concentrada e cada um dos três grupos com maior pressão de preços teve um fator principal de alta, apontou o pesquisador.

As carnes ficaram 8,09% mais caras, os jogos de azar subiram 24,35% e a tarifa de energia elétrica aumentou 2,15%. Como resultado, os grupos Alimentação e bebidas, Habitação e Despesas Pessoais responderam por 82% do IPCA de novembro.

“Em alimentos foi a carne, por restrição de oferta. Em despesas pessoais e habitação foram reajustes administrados”, disse Kislanov. “Não teve tanto efeito de demanda especificamente, a demanda está relativamente estável. Apesar de os últimos resultados do PIB (Produto Interno Bruto) terem mostrado que o aumento no consumo das famílias vem sendo consistente”, completou o gerente do IBGE.

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