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Hugh Hefner exigia sexo grupal e drogava mulheres, segundo série documental

Crédito: AFP

Hugh Hefner, fundador da Playboy que morreu em 2017, teve diversos segredos da marca contados em uma série documental que irá estrear ainda este ano. Chamada de “Secrets of Playboy”,  a série conta com depoimentos de ex-funcionários e ex-namoradas de Hefner, que afirmam que ele chegava a drogar mulheres em festas na mansão, mostrando o lado obscuro do empresário conhecido pela revista masculina.

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Segundo Stefan Tetenbaum, ex-motorista do empresário, todas as quintas-feiras Hefner fazia as “Pig Nights”, festas do porco, em tradução livre, contratando 12 prostitutas para um jantar com celebridades, que sempre terminava em sexo. As escolhidas eram examinadas por um médico, que verificava se elas tinham doenças sexualmente transmissíveis.

“Às vezes tinha uma mulher especial que aparecia, ela se chamava The Bleeder [“a sangradora”]. Ela usava uma seringa muito grande e tirava sangue de diferentes amigos [de Hefner]”, acrescenta Stefan. A ex-namorada Holly Madison, e Lisa Loving Barrett, ex-assistente do empresário, também contam que ele usava um sedativo hipnótico apelidado por ele mesmo de “abridor de pernas” para drogar as moças e abusar delas.

“Era como um culto. As mulheres haviam sido preparadas e levadas a acreditar que faziam parte dessa família. Ele [Hefner] realmente acreditava que possuía essas mulheres. Tivemos Playmates [modelos] que sofreram overdose, que cometeram suicídio”, revela Miki Garcia, ex-funcionário do grupo Playboy. “Eu estava com medo de sair. Algo sempre pairando no fundo da minha mente desde o início. Se eu saísse de lá, havia uma montanha de pornografia de vingança esperando para sair”, completou Holly, que morou na mansão nos anos 2000.

Assista o trailer (em inglês):