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Hospitais em Brescia e Florença estão em ‘situação crítica’


BRESCIA, 8 MAR (ANSA) – A situação da rede hospitalar nas cidades de Brescia, na Lombardia, e em Florença, na Toscana, está crítica devido ao aumento de leitos ocupados por causa do avanço da pandemia do novo coronavírus Sars-CoV-2 na Itália.   

Segundo o governo de Brescia, na sexta-feira passada (5), 401 leitos estavam ocupados, enquanto que hoje (8) foram contabilizados 431 pacientes com Covid-19 internados, dos quais 35 estão em terapia intensiva.   

“O índice de saturação na terapia intensiva [que no resto da Lombardia é de 40%] passou para mais de 90% em cerca de cinco dias, apesar da abertura regular de novos postos”, afirmaram as autoridades sanitárias locais.   

Conforme relatos da direção hospitalar da cidade, “está confirmada a pressão na urgência, o que gera um abrandamento dos tempos de internação e uma prorrogação do tempo de permanência no pronto-socorro e que solicitou a suspensão das internações por algumas horas”.   

Semana passada, deram entrada no centro médico 38 pacientes com coronavírus e 76 sem o vírus. Durante sábado e domingo, o número de acessos diminuiu ligeiramente, atingindo 27 e 68, respectivamente.   


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O prefeito de Florença, Dario Nardella, por sua vez, declarou, em uma live no Facebook, que a “situação também está séria” nos hospitais da região.   

“A situação é muito grave: as infecções estão aumentando, as vagas nos hospitais estão se ocupando à velocidade da luz, e o nosso sistema hospitalar, embora seja muito eficaz e muito bem organizado, começa a passar por muitas dificuldades na área florentina”, afirmou.   

Segundo Nardella, no dia 25 de fevereiro, haviam 626 leitos ocupados. Já até 7 de março, foram atingidos 838 leitos ocupados de um total de 1.840 disponíveis, sendo 69 em unidades de terapia intensiva.   

“Desta forma, preenchemos rapidamente metade de todas as vagas em leitos de hospitais que temos na nossa zona florentina”, lamentou.   

Para o prefeito de Florença, os números indicam que a região está “saturando os leitos disponíveis, comprimindo o desempenho de outras terapias ordinárias” e, assim, “o sistema não aguentará muito”.   

“Se considerarmos que a gente se depara com uma demanda por leitos que aumenta em 200 leitos a cada 10 dias, esse é o quadro: o contágio aumenta e os leitos ficam saturados cada vez mais rápido”, finalizou. (ANSA)

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