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Homem usa roupa semelhante à da Ku Klux Klan em ato pró-Bolsonaro no RS

Crédito: Reprodução/Redes Sociais

Um homem apareceu fantasiado com uma roupa semelhante ao traje do grupo supremacista branco Ku Klux Klan em um ato a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contra os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em Porto Alegre (RS), na quarta-feira (21). As informações são do UOL.

Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, é possível vê-lo trajando uma espécie de túnica marrom (a da Ku Klux Klan é branca) com um capuz ponte agudo, com furos nos olhos, semelhante às vezes do grupo supremacista branco de extrema-direita dos EUA.

No vídeo, o homem é chamado de “carrasco” por outra pessoa no microfone. Depois, ele próprio fala para diversos  manifestantes pró-Bolsonaro, ao lado de bonecos pretos enforcados em uma árvore.

“O que nós viemos fazer aqui hoje, gente? Viemos acabar com o comunismo. Hoje é o fim do comunismo. Alguém quer o comunismo aqui ainda?”, diz o homem. E os manifestantes gritam respondendo: “Não!”. Ele continua incentivando os manifestantes: “Mais alto! Não ouvi. Fim do comunismo!”.

Durante o ato, que aconteceu na avenida Goethe, no Parque Moinhos de Vento, conhecido como Parcão, a maior parte das pessoas trajava camisas verde e amarelo e carregavam diversas bandeiras do Brasil.


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No local, manifestantes estenderam faixas no chão com críticas a ministros, deputados e senadores. Alguns também pediam “intervenção cívico-militar com Bolsonaro”, e manifestavam o desejo que o presidente desse um “golpe de Estado”.

Ainda segundo o UOL, vereadores de Porto Alegre devem registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia Especializada no Combate a Crimes de Intolerância. Matheus Gomes (PSOL), da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Porto Alegre, deve ir acompanhado de outros cinco colegas, sendo quatro da bancada negra, Karen Santos (PSOL), Reginete Bispo (PT), Daiana Santos (PCdoB) e Bruna Rodrigues (PCdoB), e do também vereador Leonel Radde (PT).

Segundo Matheus Gomes, “o que aconteceu no Parcão não foi uma ação isolada num ato democrático. O mote da ação era EU AUTORIZO, PRESIDENTE, ou seja, um aval de ataques ao STF e a intervenção militar. Quando o Carrasco-KKK falou, as pessoas interagiram positivamente. Ninguém se opôs, TODOS são cúmplices!”, disse o vereador em uma publicação no Twitter.

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