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Homem que matou 8 em FedEx de Indianápolis era ex-funcionário, diz polícia

Homem que matou 8 em FedEx de Indianápolis era ex-funcionário, diz polícia

Autoridades em local de ataque a tiros em Indianápolis, nos EUA


Por Maria Caspani e Mark Hosenball

(Reuters) – O atirador de 19 anos que abriu fogo em uma instalação da FedEx em Indianápolis, nos Estados Unidos, matando oito trabalhadores antes de tirar a própria vida, era um ex-funcionário com um histórico de doença mental que chegou a ser detido no ano passado, disseram autoridades da polícia e do FBI nesta sexta-feira.

O incidente –o mais recente em uma série de pelo menos sete tiroteios mortais nos EUA no último mês– aconteceu em um centro de operações da FedEx perto do Aeroporto Internacional de Indianápolis, em Indiana, depois das 23h de quinta-feira (horário local), segundo a polícia.

O ataque durou apenas alguns minutos e acabou quando a polícia chegou ao local, disse Craig McCartt, subchefe do departamento de polícia de Indianápolis, em uma entrevista coletiva nesta sexta-feira.

Testemunhas descreveram um ataque caótico. O atirador abriu fogo com um fuzil no estacionamento antes de entrar na instalação e continuar a atirar, deixando vítimas dentro e fora do prédio. Os policiais encontraram o suspeito morto por um aparente ferimento a bala que ele mesmo disparou.


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Uma porta-voz da FedEx e a polícia identificaram o atirador como Brandon Hole, um ex-funcionário da empresa. McCartt, da polícia, disse a repórteres que acredita-se que o suspeito tenha trabalhado na localidade pela última vez em outono de 2020.

Questionado sobre o que teria o levado de volta às instalações na noite de quinta-feira, McCartt respondeu: “Eu gostaria de poder responder a isso.”

O FBI disse em um comunicado que o suspeito havia sido colocado sob prisão temporária de saúde mental pela polícia de Indianápolis em março de 2020, depois que sua mãe contatou a polícia para relatar que ele poderia tentar cometer “suicídio por policial”, quando um indivíduo suicida se comporta deliberadamente de maneira ameaçadora, com a intenção de provocar uma resposta letal da polícia.

(Reportagem de Maria Caspani, em Nova York; Shubham Kalia e Kanishka Singh, em Bengaluru; e Mark Hosenball, em Washington)

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