Esportes

Guerrero minimiza jejum no Gre-Nal e afirma: ‘Temos de botá-los para correr’

Internacional e Grêmio se enfrentam neste sábado, no Beira-Rio, em jogo único pela semifinal do primeiro turno do Campeonato Gaúcho. Para o atacante Guerrero, o time não pode mudar o comportamento em campo apenas por se tratar de um clássico e atuar com intensidade, como tem feito desde que Eduardo Coudet assumiu como técnico.

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A equipe colorada ainda está invicta na temporada com o argentino. E na terça-feira avançou à terceira fase da Copa Libertadores da América para enfrentar o Tolima, da Colômbia, por uma vaga nos grupos, quando teria justamente o Grêmio como adversário.

“O Grêmio é um time qualificado, todo mundo sabe disso. É o nosso maior rival. Eles estão se preparando para jogar contra nós. Temos de propor o jogo, principalmente por estarmos em casa, jogar com intensidade e botá-los para correr um pouco também”, afirmou o peruano.

Guerrero vê o elenco preparado para os jogos decisivos que o Inter terá pela frente. “Psicologicamente vejo meus companheiros bem. Estamos concentrados, focados, corrigindo os erros que estamos cometendo. O professor conversa muito conosco, dá muita confiança. Temos de continuar do mesmo jeito, estamos jogando bem, com uma boa intensidade”, elogiou.

O atacante só não ficou satisfeito ao ser questionado sobre o jejum de gols no Gre-Nal. Visivelmente desconfortável, Guerrero afirmou ter feito gols contra o Grêmio por Corinthians e Flamengo, suas ex-equipes. “Só não marquei pelo Inter. Com certeza gosto de marcar em clássicos, estamos trabalhando, não apenas eu, mas os meus companheiros. Mas, como eu disse, o importante é que o time ganhe e estamos focados para este jogo.”

O peruano seguiu mal-humorado na questão seguinte. A pergunta foi sobre Kannemann, ausência do Grêmio neste sábado e que marcou, e bem, Guerrero nos clássicos do ano passado. “Eu não tenho duelo com ninguém”, interrompeu. Depois, ao final do questionado, manteve o discurso de que o importante é o grupo.

“Eu não vejo só um jogador, mas o time. O que interessa é o próximo rival. Temos de nos comportar do jeito que temos atuado. Não muda nada. Para nós, é importante o grupo, o adversário que enfrentaremos e trabalhar do jeito que eles jogam.”

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