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Grécia autorizará mais voos procedentes da UE a partir de 15 de junho

Grécia autorizará mais voos procedentes da UE a partir de 15 de junho

(Março de 2020) Viajantes com máscaras no aeroporto internacional de Atenas, Grécia - AFP

A Grécia autorizará voos de mais países da União Europeia (UE), incluindo Espanha, a partir de 15 de junho, informou uma autoridade do governo neste sábado.

Os passageiros não ficarão sujeitos a medidas estritas de quarentena, exceto aqueles que chegarem das regiões mais afetadas pela COVID-19, como as regiões de Madri, Catalunha, Castilla y León e Castilla-La Mancha na Espanha; Ile-de-France, na França (Paris e arredores) e Emília-Romanha, Lombardia, Piemonte e Vêneto, na Itália.

“Agora vai depender do aeroporto de origem, não do país [de origem]”, disse à AFP.

Na véspera, a Grécia havia anunciado a abertura dos aeroportos de Atenas e Thessaloniki (norte) para turistas de 29 países, incluindo uma quinzena na União Europeia, em 15 de junho.

De 15 a 30 de junho, os aviões só poderão pousar nessas duas cidades. Os outros aeroportos regionais não estarão operacionais até 1º de julho.

De acordo com um documento do Ministério de Relações Exteriores da Grécia divulgado no sábado, a Grécia seguiu as recomendações da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) para determinar quais aeroportos da UE estão sob alto risco de pandemia.

O texto indica que os viajantes que não vierem de um aeroporto da “lista de áreas afetadas pela AESA” pelo novo coronavírus serão submetidos apenas a “testes aleatórios na chegada” à Grécia.

Todos os viajantes dos aeroportos nas áreas afetadas, de acordo com a AESA, terão que passar por um exame de diagnóstico, explica o documento.

Se o teste for negativo, o passageiro terá que ficar em quarentena por sete dias. Se positivo, a quarentena – neste caso monitorada – será de 14 dias, de acordo com a mesma fonte.

Além da UE, também serão autorizados voos de Suíça, Noruega, Albânia, Sérvia, Macedônia do Norte, Austrália, Japão, Israel, Líbano, China, Nova Zelândia e Coréia do Sul.

Até agora, a Grécia, um país de 10,7 milhões de habitantes, registrou menos de 200 mortes por COVID-19 e cerca de 3.000 casos.

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