Comportamento

Governo dos EUA aposta em regulamentação de armas ‘fantasma’

Governo dos EUA aposta em regulamentação de armas ‘fantasma’

Treinamento de tiro em Wallingford, nos Estados Unidos, em 2013 - GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP


O Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou nesta sexta-feira (7) novas regulamentações destinadas a combater a proliferação das chamadas armas “fantasmas”, feitas artesanalmente e sem um número de série.

O presidente democrata Joe Biden revelou em 9 de abril um plano de enfrentamento à “epidemia” de violência armada, que inclui medidas contra armas “fantasmas”, apreciadas por criminosos porque são fáceis de obter e difíceis de rastrear.

A nova regra prevê, em primeiro lugar, exigir que os fabricantes incluam um número de série na parte externa dos kits vendidos para montar esse tipo de arma.

Os fornecedores de armas, por sua vez, terão que verificar os antecedentes dos possíveis compradores desses kits, como já fazem com as armas de fogo, e acrescentar um número de série às armas fabricadas com impressoras 3D que entrarem em seu estoque.

“A regra proposta manterá as armas longe das mãos erradas e tornará mais fácil rastrear as armas usadas em crimes violentos”, informou em comunicado o procurador-geral, Merrick Garland.

De acordo com seu gabinete, foram apreendidas pela polícia em cenas de crime mais de 23.000 armas de fogo sem número de série entre 2016 e 2020.

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A nova regra estará sujeita a comentários públicos por 30 dias antes da publicação de sua versão final.

Joe Biden, que há muito defende uma maior regulamentação da venda de armas, prometeu durante sua campanha agir nesse sentido.

Uma série recente de tiroteios – incluindo assassinatos na Geórgia e, posteriormente, no Colorado – aumentou a pressão para tomar essa iniciativa.

Porém o presidente democrata precisa de uma maioria forte o suficiente no Congresso para a aprovação de leis radicais, e os republicanos se opõem veementemente a qualquer tentativa de regulamentar a venda e porte de armas.

Mais de 43.000 pessoas morreram no ano passado nos Estados Unidos por causa do uso de armas, incluindo casos de suicídio, de acordo com o site Gun Violence Archive.

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