A Rede Globo decidiu enviar Felipe Santana, hoje repórter baseado em Nova York, para Xangai, de olho no crescimento econômico, cultural e político da China, acompanhando um movimento de vários veículos do mundo de deslocar correspondentes internacionais para o país, como Wall Street Journal e Murdoch.
A empresa que controla o WSJ retornou ao mercado no último ano não só ampliando sua equipe, como também passou a ter como correspondente-chefe, além de voltar a investir em veículos de jornalismo na China. Já o magnata Rupert Murdoch reorganizou o controle de sua corporação ao concentrar o legado no filho mais velho, apostando na China para o futuro do grupo.
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Com o movimento programado para 2026, a Globo volta a ter presença na Ásia. Ela estabeleceu um escritório de correspondência em Tóquio, Japão, em 2009, para cobrir o Extremo Oriente, Sudeste Asiático e Oceania, mas encerrou a sucursal em 2021. Roberto Kovalick foi o primeiro correspondente fixo, substituído em 2013 por Márcio Gomes, que ficou no país até 2018. Em seguida, assumiu a função de corresponder o repórter Carlos Gil, sobretudo por conta das Olimpíadas de 2020, que foram realizadas em 2021 por causa da pandemia da Covid-19.
A primeira novidade de Felipe Santana é no “Fantástico”, com uma série especial em que ele vai contar como China e EUA estão disputando o pioneirismo no futuro do planeta.
O dominical terá como foco principal neste ano a inovação, destacando os avanços e as transformações impulsionadas, especialmente, pela inteligência artificial ao redor do mundo, através de duas séries. Álvaro Pereira Júnior vai apresentar “O Código da Vida”, mostrando as novidades da genética, e a nova temporada de “Mentes Digitais”, sobre os avanços e desafios da IA.