A ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann (PT), anunciou nesta sexta-feira (3) sua descompatibilização do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para disputar uma das duas vagas ao Senado pelo Paraná em outubro. A decisão, confirmada pela petista nas redes sociais, visa fortalecer a representatividade do partido no Congresso e defender os interesses do estado.
O que aconteceu
- Gleisi Hoffmann anuncia sua saída do governo para concorrer a uma vaga no Senado pelo Paraná.
- A pré-candidatura atende a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ampliar a base petista no Senado.
- A ex-ministra destacou avanços da gestão, como a isenção do Imposto de Renda (IR) para certas faixas salariais.
“Sou pré-candidata ao Senado para defender nosso querido Paraná e para avançar nosso projeto de país, com prioridade total para o desenvolvimento do Brasil e condições de vida cada vez melhores para o povo brasileiro”, escreveu Hoffmann pelas redes sociais.
Hoffmann relembrou sua atuação de um ano na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) e citou medidas como a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem recebe até R$ 5 mil, além do programa Gás do Povo e do Pé-de-Meia. “O salário mínimo e a renda das famílias tiveram aumento real, o desemprego é o menor da história e o país voltou a crescer”, complementou.
Confira:
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Por que Gleisi Hoffmann concorre ao Senado?
Inicialmente, Gleisi Hoffmann não planejava disputar nenhum cargo nas eleições de outubro. Contudo, ela atendeu a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar assegurar uma base de apoio mais robusta para o PT no Senado, onde o atual governo tem enfrentado dificuldades.
A ex-ministra e mais de dez outros nomes que compunham a Esplanada precisaram se desincompatibilizar de seus cargos nesta semana para participar do pleito de outubro. O prazo final para a desincompatibilização encerrou-se neste sábado, dia 4.
* Com informações do Estadão Conteúdo