ISTOÉ Gente

Gisele por ela mesma

Gisele por ela mesma

Kevin Mazur/MG18/Getty Images

Chegou a hora de conhecer a verdadeira história da maior top model do Brasil e do mundo, agora sem filtros e sem retoques. Pelo menos essa é a ideia de Gisele Bündchen ao lançar sua autobiografia, “Aprendizados”. No livro que começa a ser vendido na segunda-feira 15 ela retoma sua trajetória profissional, incluindo sua ascensão meteórica à fama, e aborda algumas das principais crises que enfrentou, incluindo pensamentos suicidas. Seu relacionamento com Leonardo Dicaprio e o casamento com Tom Brady também são mencionados no livro.

Pelé, o ídolo de Smith

Divulgação

Will Smith conseguiu realizar um sonho antigo: encontrar Pelé, um de seus maiores ídolos. A reunião dos dois aconteceu em Nova Délhi, na Índia, onde ambos participam de um evento da ONG Liberatum. Smith foi convidado para um jantar, mas Pelé disse a ele que o ator só poderia comer depois de fazer 25 embaixadinhas. “Vou passar fome, mas pelo menos conheci a lenda antes”, escreveu Smith, que ainda ganhou uma camisa da seleção autografada pelo ex-jogador.

Apoio a Trump

Não é de hoje que o rapper Kanye West manifesta opiniões favoráveis ao presidente Donald Trump. Ele já foi fotografado usando um boné com o slogan “Make America Great Again”, e vive falando sobre Trump em seu Twitter. Na terça 9, foi convidado para jantar com o presidente na Casa Branca. Seus fãs desaprovam.

Guerra fria no Allianz Parque

Conhecido ativista político, uma das vozes mais fortes do boicote de artistas a Israel, o músico inglês Roger Waters se apresentou na terça-feira (9) em São Paulo, mostrando um repertório que passou por todas as fases de sua carreira. Durante a performance de “Eclipse”, clássico do Pink Floyd, o telão exibiu a mensagem #ELENÃO e colocou o nome de Jair Bolsonaro entre os neo-fascistas. A manifestação política foi recebida com aplausos e vaias, e uma parte do público saiu antes do fim do show. No dia seguinte, as discussões continuaram nas redes. Waters foi criticado e chamado de comunista. Até sugeriram interpretações “corretas” para as canções que ele mesmo escreveu. “The Wall”, do Pink Floyd, é baseado nas próprias experiências do cantor, que perdeu o pai na Segunda Guerra, morto por soldados nazistas. O disco aborda justamente o autoritarismo e seus impactos.

Super-heroína gay

Conhecida por viver a personagem Stella Carlin em “Orange is the New Black”, a atriz australiana Ruby Rose apareceu caracterizada como Batwoman, a heroína da DC Comics. Por enquanto ela será coadjuvante na série “Arrow”, mas pode ganhar um título solo. Assim como a heroína das HQs, Ruby Rose é lésbica, e sua escolha para o papel levantou críticas de fãs preconceituosos a ponto da atriz decidir abandonar suas redes sociais. O elenco de heróis da emissora CW também tem a atriz trans Nicole Maines no papel de Sonhadora.

Vítima de abuso

Divulgação

Em uma postagem em suas redes sociais, a atriz Samara Felippo fez um desabafo sobre o início de sua carreira, quando tinha apenas 14 anos. “Fui abusada em inúmeros testes para comerciais. Em um, o próprio diretor passava óleo nas meninas”, escreveu ela. Sua mensagem veio acompanhada de um vídeo de Danilo Gentili defendendo o estupro de Maria do Rosário, em referência ao caso envolvendo a deputada e Jair Bolsonaro. “Estão aplaudindo essa ‘piada’?”, disse Samara.

O poder de Taylor Swift

TheStewartofNY/GC Images

A cantora é um fenômeno das redes sociais e resolveu colocar seu poder de influenciadora à prova ao se manifestar sobre política. Em seu Instagram, Swift defendeu os candidatos democratas Phil Bredesen e Jim Cooper nas eleições de meio mandato dos EUA. Em apenas 24 horas, o site vote.org, onde os eleitores se registram para votar, recebeu 65 mil novos cadastros.