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GB, EUA e outros aliados pedem eleições em Hong Kong

GB, EUA e outros aliados pedem eleições em Hong Kong

A chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, em foto de julho de 2020 - AFP/Arquivos

Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia pediram, neste domingo (9), que Hong Kong realize eleições o mais rápido possível, alertando as autoridades sobre ações para “minar o processo democrático”.

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O pedido ocorre em um momento em que legisladores chineses discutem quais serão os próximos passos após o adiamento, por um ano, das eleições para a Assembleia Legislativa de Hong Kong, marcadas para 6 de setembro, devido à pandemia de COVID-19.

Os chanceleres desses cinco países disseram estar “profundamente preocupados com a desqualificação injusta de certos candidatos pelo governo de Hong Kong e com o adiamento desproporcional da votação para o Conselho Legislativo”.

“Essas ações minam o processo democrático essencial para a prosperidade e estabilidade de Hong Kong”, apontaram.

Nesse contexto, exortaram o “governo de Hong Kong a realizar eleições o mais rápido possível”.

A chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, disse que seria pragmático estender a atual legislatura. Mas há uma dúvida sobre o que fazer com quatro legisladores da oposição que foram proibidos de concorrer à reeleição.

Os quatro deputados pró-democracia foram desqualificados por violarem a nova lei de segurança nacional ao solicitar sanções internacionais contra Pequim e Hong Kong.

Em sua declaração, os cinco países solicitaram a reintegração dos legisladores inabilitados.

A declaração conjunta desses cinco países, membros da aliança de inteligência “Five Eyes”, observa que a lei de segurança está “corroendo os direitos e liberdades fundamentais do povo de Hong Kong”.

“Apoiamos as expectativas legítimas dos cidadãos de Hong Kong de eleger seus representantes para o Conselho Legislativo por meio de eleições absolutamente livres, justas e confiáveis”, acrescentaram.

Na sexta-feira, Washington impôs sanções a um grupo de autoridades chinesas e de Hong Kong, incluindo Lam, responsáveis pela execução da polêmica lei de segurança.

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