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Frente de esquerda apresenta novo candidato à vice-presidência do Equador

Frente de esquerda apresenta novo candidato à vice-presidência do Equador

(Arquivo) O ex-presidente do Equador Rafael Correa - AFP/Arquivos

Uma coalizão de esquerda apresentou nesta quarta-feira (16) um novo candidato à vice-presidência do Equador, em substituição a Rafael Correa, cuja candidatura foi bloqueada após a justiça confirmar uma condenação de prisão por corrupção contra o ex-presidente.

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O jornalista Carlos Rabascall, que trabalhou na televisão estatal durante o governo de Correa (2007-2017), será o substituto do ex-mandatário nas eleições de fevereiro, informou o economista Andrés Arauz, candidato à presidência na chapa.

“Vamos formar [a chapa presidencial] com um grande companheiro, um empresário, um comunicador”, afirmou Arauz ao apresentar Rabascall durante um comício da União pela Esperança (Unes) transmitido pelas redes sociais.

Rabascall declarou que, “caso Rafael Correa não possa inscrever-se como candidato à vice-presidência da república, me sentirei honrado de poder substitui-lo na eleição”.

Na semana passada, a justiça equatoriana confirmou em última instância a condenação a oito anos de prisão contra Correa por corrupção, o que significaria o fim de sua carreira política.

Correa, que vive na Bélgica após deixar o poder e foi julgado à revelia, foi sentenciado por receber subornos em troca de contratos com diversas empresas durante seu governo.

O ex-presidente, 57, afirma ser inocente. Ele foi vinculado ao caso por 6 mil dólares depositados em sua conta bancária, valor que alega se tratar de um empréstimo de um fundo do seu partido. As penas por peculato, suborno e enriquecimento ilícito não prescrevem no Equador.

Antes da confirmação da condenação, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) deixou em suspenso a candidatura de Correa à vice-presidência, uma vez que o ex-presidente não a aceitou há uma semana de forma presencial ante o órgão, como determina o regulamento, e sim de forma remota.

Correa enfrenta outros processos judiciais e uma rodem de captura.

O ex-mandatário alega inocência e afirma que foi politicamente perseguido pelo governo de Lenín Moreno, seu ex-vice-presidente e um antigo aliado.

Se sua candidatura fosse validada, Correa gozaria de imunidade e poderia, teoricamente, voltar ao Equador para participar das eleições.

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