Brasil

Fortaleza e Recife têm manifestações pedindo saída de Temer e novas eleições

Manifestantes percorreram nesta quinta-feira, 18, ruas do bairro Benfica, em Fortaleza, pedindo a saída de Michel Temer da Presidência da República e a convocação de eleições diretas. A maioria era de estudantes e militantes de partidos de esquerda. O público não foi divulgado pelos organizadores.

A concentração começou por volta das 16h na Praça da Bandeira, em frente à Faculdade de Direito, da Universidade Federal do Ceará (UFC). Depois do anúncio de que Temer não renunciaria, aos gritos de “Se empurrar o Temer cai. Diretas já!”, eles caminharam pelas ruas, portando faixas e cartazes contra o presidente. O protesto ocorreu de forma pacífica e terminou com um ato na Praça da Gentilândia, próximo ao campus da UFC que reúne os cursos do Centro de Humanidades.

Novos protestos estão marcados, por diferentes correntes políticas para o próximo domingo. Os partidos de esquerda marcaram passeata com concentração novamente na Praça da Bandeira. Já os grupos ligados ao movimento Vem Pra Rua, responsável pelas manifestações que culminaram com o impeachment da ex-presidente Dilma, estão convocando para um ato na Praça Portugal.

Recife

Um grupo de manifestantes se reuniu na Praça do Derby, centro expandido do Recife, para cobrar o afastamento do presidente Michel Temer do cargo e a realização de eleições diretas. Segundo a organização do evento, cerca de 10 mil pessoas participam do ato, que começou às 14h. A Polícia Militar não divulgou a estimativa de participantes no protesto.


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Por volta das 18h, o grupo deixou a Praça do Derby e seguiu em passeata pela Avenida Conde da Boa Vista, em direção à Praça da Independência, tradicional ponto de encerramento de manifestações populares na capital pernambucana. No percurso, foram registrados alguns atos de vandalismo, como a pichação de ônibus e quebra-quebra na porta de agências bancárias.

Além da saída de Temer e da realização de eleições diretas, o grupo cobra o fim da tramitação da reforma trabalhista e da reforma da previdência, além da revogação de reformas já aprovadas.

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